SAM'S DESK
A primeira novidade está no e-mail enviado a Sam Thomas por Tracey R, com o subject "Watch it First, Mate!" ("Veja primeiro, Camarada!"):
A tradução do que ela escreveu:
"Você não me deu nada além de migalhas em seu pedido sobre "black rock". Pode ser qualquer coisa! Você sabe quantas companhias se chamam "black rock"? Elas estão invariavelmente no ramo de finanças, combustíveis ou imóveis - todas MUITO coisa de macho. E ainda tem os desertos, montanhas, praias e parques nacionais ao redor do mundo chamados "Black Rock". Nenhum deles tem conexão com o Christiane I até onde eu saiba, pode-se dizer que estou fazendo progressos.
Infelizmente, me dei melhor ao procurar saber sobre esse tal Talbot. Parece que os seus instintos (como sempre) estavam certos quanto ao passado dele. Ele vem de uma próspera família de New England, na costa leste, com uma história no ramo de comércio de diamantes.
Infelizmente, a natureza evasiva do jovem Oscar é de família - eles são escorregadios de um jeito que apenas MUITO dinheiro pode comprar. Na verdade, meio assustador. Não estou habituada a esse tipo de becos sem saída. O melhor que pude investigar é que eles chegaram em New England em 1908, do condado inglês de Somerset.
Meu conselho? Fique longe.
Me desculpe se não pude te dar outras informações. Não se preocupe, eu ainda não desisti de "black rock". Tenho certeza de que te informarei algo nos próximos dias.
R.
P.S. - Holden te manda beijos babados"
A CONTINUAÇÃO DA HISTÓRIA
Tudo começa com Sam Thomas, dentro de sua cabine no Christiane I, meio que entediado. Ao ver um rádio antigo em sua cabine, resolve ligá-lo.
No meio do vídeo há uma pausa nessa cena; e é preciso clicar no rádio para o vídeo seguir. Assistam o filminho na íntegra abaixo:
vídeo por DoctorArzt
No rádio, Thomas capta uma transmissão que soa antiga, sobre o desaparecimento da aviadora Amelia Earhart - aquela, sobre a qual falei no post anterior, e cujo sumiço é citado na página "Sunda Stories", no computador do personagem principal de "Find 815"...
Uma participante do jogo, Kristin, isolou o áudio da interferência; e, usando os sons em uma página que traduz sons em código morse, disse que em código morse eles revelam os números da série - isso mesmo, 4, 8, 15, 16, 23 e 42.
Aqui você pode baixar os sinais isoladamente, clicando com o botão direito e escolhendo "salvar destino como"; e aqui você acessa a página que traduz os áudios de código morse.
Bom... Logo depois da cena, é a hora de mais um "clue hunt", o joguinho em que temos que achar pistas em um cenário - no caso, a cabine de Sam Thomas...
São quatro pistas no total. Abaixo, a localização de cada uma delas:
- A primeira está nos fones e no diário, na cama...
- Outra, no alto, na prateleira sobre a cama de Sam: são as raquetes de pingue-pongue...
- A terceira, no quadro, logo abaixo do ar condicionado...
- E a última, no quadro acima da escrivaninha, à direita...
Aliás, voltarei a falar desses dois quadros - o do balão e da fumaça preta - mais adiante...
- Pronto! Depois disso, vamos ao site da ABC e descobrimos um outro joguinho, que nos dará uma palavra chave. O nome dele é "Black Rock Trivia", e seu objetivo é acertar oito respostas em um jogo de múltipla escolha logo após ouvir um recado de Tracey no celular de Sam, tocado após apertar o botão verde do aparelho.
Abaixo, a transcrição da mensagem:
"Olá, Sam,
Eu não estava certa de que você pegou meu e-mail, então pensei em te deixar uma mensagem.
Ok, o Black Rock. Ele era um navio negreiro que operou clandestinamente nos idos de 1900. Ele desapareceu misteriosamente no sul do Oceano Índico em 1881.
Ele estava a caminho de uma expedição de extração de ouro na Papua/Nova Guiné. O navio rumaria para a África, onde o ouro seria trocado ilegalmente por escravos.
Bacana, hein? De qualquer jeito, aparentemente os comerciantes da Nova Guiné afirmam que o navio seguiu na direção leste, e não a oeste, como deveria ter feito. E nunca mais foi visto.
Pelo que pude pesquisar, havia 40 tripulantes a bordo... E olha isso: depois do "Black Rock" desaparecer, nenhuma companhia afirmou ser dona da embarcação, provavelmente por seus antecedentes com comércio de escravos, algo ilegal na época.
Agora, enquanto não sabemos quem era seu dono, o que se sabe é que o Black Rock deixou o cais de Portsmouth do pier 23, e um grupo chamado "New World (Novo Mundo) Comércios Marítmos" gerenciava os piers 18 a 27.
O dono da "New World Comércios Marítmos" era um capitão aposentado chamado Magnus Hanso, e ele próprio devia comandar várias viagens por ano - há uma chance de ele ter estado no comando do Black Rock em sua última viagem.
Ok, espero que isso tenha sido útil.
Ainda não sei o que isso tudo tem a ver, mas acredito no que você está fazendo. A gente se vê."
(Ok, ok. Calma que mais adiante voltarei a comentar essa mensagem. Por agora, voltemos ao jogo.)
Mensagem tocada, começa o questionário de múltipla escolha. Eis abaixo as respostas certas:
Após acertar o teste completo, temos a palavra chave: "423 Cheyne Walk". É preciso voltar ao índice "Story So Far" da página "Find 815", e clicar novamente no vídeo de "Clue Hunt" para digitarmos essa senha.
Ao entrarmos com ela no site "Find 815", vemos a seguinte mensagem:
Claro que muita gente ligou para esse número nos EUA... Só que ninguém consegue completar a ligação, dando a entender que o número pode não ser de um telefone válido... E assim se encerra a história por agora.
* * *
Ao terminar mais essa parte do jogo, a tela de progressos fica assim:
* * *
OUTRAS DESCOBERTAS
- Há algo curioso envolvendo a senha "423 Cheyne Walk". Além de ter 3 números malditos - 4, 42 e 23 - é um endereço real em Londres:
foto: DarkUfo
O blogueiro croucher1986 levantou a seguinte bola no blog DarkUfo: "Desmond e Penny não estavam nessa rua quando resolveram tirar a clássica foto? Eles estavam em Londres próximos ao rio, não?"
Eu digo: é possível...
- O site com a pesquisa sobre o navio Black Rock - o mesmo já visto no computador de Sam Thomas - está no ar. Eis o endereço: http://www.slaveshipsearch.com
- No jogo de caça das pistas (clue hunt), o quadro com a fumaça negra revela uma estrutura bem parecida com a de um... Templo. Confiram:
Seria esse o tal "Templo" para o qual Richard Alpert rumou, acompanhado de vários Outros? E por que não?
- Duas besteirinhas: tivemos a confirmação de que Tracey é uma mulher! E Holden, provavelmente, um cão - e eu aposto que é um labrador!
- O jogador Spooky considera a possibilidade de que a Amelia, a velhinha que vai à casa de Juliet participar do clube do livro em "A Tale of Two Cities" é na verdade a aviadora Amelia Earhart. Vejam a comparação feita por ele:
foto: Spooky
Taí uma possibilidade curiosa...
- E uma última informação: o novo site da Oceanic Airlines agora tem os termos de uso e a política de privacidade da página. Nada muito relevante...
* * *
Vale dar mais uma olhadinha na possível descoberta da mensagem de voz da Tracey: a de que Magnus Hanso estava no comando do Black Rock. Na verdade, essa informação já estava no mapa da parede da estação Cisne. E em meus comentários farei referência a um SPOILER da quarta temporada... Ok?
Então, vamos lá. A inscrição, no mapa, diz: "Known resting place of Magnus Hanso/Black Rock" ("Local conhecido de repouso de Magnus Hanso/Black Rock"). E o jogo "The Lost Experience" nos revelou que Magnus era avô de Alvar Hanso...
Com mais uma confirmação de que Magnus Hanso chegou mesmo à ilha pelo Black Rock - e sabendo que Charles Widmore irá arrematar o diário da Black Rock, item da coleção pessoal de Alvar Hanso -, arrisco os palpites:
- O que levou Alvar Hanso à ilha foi a busca pelos restos de seu avô;
- E Charles Widmore, de alguma forma, descobriu a ligação entre a ilha e o Black Rock - daí o interesse no diário do navio, provavelmente escrito por Magnus.
Sabemos também por "The Lost Experience" que a Widmore Corporation e a Hanso Foundation mantinham negócios... Só que penso que Widmore não sabia da localização da ilha. Aí, mais possibilidades:
- Widmore pode ter de fato patrocinado a ida do balão do verdadeiro Henry Gale à ilha. Não devemos esquecer de que o balão de Gale trazia o logo da Widmore em sua cesta; e agora, vemos uma foto de um balão na cabine de Sam Thomas no Christiane I.
O balão de Henry Gale. No destaque, o logo
dos Widmore Labs
Repare no quadro do balão à esquerda: seria
o mesmo usado por Henry Gale?
- E outra, já mencionada por mim antes: Charles Widmore pode ter feito com que Desmond fosse parar na ilha para localizá-la, fazendo com que o trajeto da tal "corrida ao redor do mundo" da qual o Brotha participou abrangesse a possível localização da ilha.
Assim, ele mataria dois coelhos de uma vez só: através de algum localizador no barco Elizabeth - alguém falou na participação de Libby na tramóia? -, Desmond "acharia" a ilha; e ficaria de uma vez por todas distante de Penny. Me parece uma idéia bem razoável...
E deixo uma outra questão no ar: poderia Oscar Talbot, o suposto comandante do Christine I, trabalhar para Charles Widmore? Ou mesmo, para... Penny?
E vocês, o que pensam disso tudo?
Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro
Nenhum comentário:
Postar um comentário