quinta-feira, 6 de março de 2008

MAIS EXPLICAÇÕES (OFICIAIS!) SOBRE "THE CONSTANT!

(Com SPOILERS! para quem não viu o quinto episódio da quarta temporada)


Talvez muitos de vocês já saibam disso, mas claro que vale contar: especialista em "Lost" da EW, Doc Jensen bateu um papo com Damon Lindelof, apresentou a ele sua teoria sobre a viagem no tempo de Desmond e o produtor executivo de nossa série favorita disse que ela está correta...

É o seguinte: em "The Constant", a mente do Desmond do tempo presente não vai a lugar algum, apenas saindo do ar. A mente que viaja é a do Desmond do passado, indo e voltando, de 1996 para 2004 para 1996...

A mente do Desmond do presente ficou apagado desde que o helicóptero encarou a tempestade até o bendito telefonema com Penny; e, neste retorno, o nosso querido Brotha voltou com a memória enriquecida pela experiência "bate-e-volta" vivida pela sua mente do passado. Que tal?

Detalhe: com Minkowski, o efeito foi completamente diferente. Nesse caso, foi a mente do oficial de comunicações do tempo presente que viajou. Para explicar essa diferença, basta lembrarmos do esclarecimento de Daniel Faraday: o efeito é imprevisível, e esse "descolamento" pode acontecer em relação a horas, dias ou anos.

Mudando de assunto (mas nem tanto), Damon Lindelof também confirmou que a máxima "O destino tem seu jeito de corrigir o curso das coisas" foi aplicada ao Desmond do passado até o ponto de ele chegar à ilha sem lembrar de Faraday - como eu já havia inclusive observado no podcast Lost in Lost #57.

E mais: outra boa sacada, creditada por Jensen ao blogueiro Vozzek69, é a de que a doença de Minkowski é a mesma que dizimou os membros da expedição de Danielle Rousseau. O jornalista da Entertainment Weekly apóia essa idéia, e estou com ele. Alguém mais?

Por agora é só; mas sem dúvida veremos outros desdobramentos dos temas de "The Constant" nesta quarta temporada. Afinal, o espaço e o tempo na ilha são temas importantíssimos desta quarta temporada. E que nossos neurônios continuem fritando!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

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