sexta-feira, 9 de maio de 2008

RESUMÃO DE "CABIN FEVER", 11º EPISÓDIO DA 4ª TEMPORADA

Uma adolescente põe um disco na vitrola. Tudo indica que estamos nos anos 50. A mãe dela chega e, ao vê-la arrumada, pergunta onde a garota - Emily - vai. "Sair com ele. Estamos apaixonados", diz ela. A mãe briga com ela, afirmando que "ele" tem o dobro da idade dela, mas a garota, já saindo, diz que não liga. A mãe vai atrás e, na chuva, elas discutem até que a menina, distraidamente, acaba sendo atropelada por um carro que chega.

No hospital, ao ser levada de maca, murmura: "Estou grávida. Quase seis meses". Corta para um quarto, onde a vemos dar à luz seu filho. Após o parto, zonza, vê o bebê - um menino - ser posto numa incubadora, e pede para segurá-lo. "Perdão, ele é muito pequeno. Temos que levá-lo", desculpa-se a enfermeira, saindo . E ela grita: "Por favor, o nome dele é John". Sim, é a mãe de Locke!

Na ilha, Locke, Ben e Hurley caminham. O gorducho questiona por que alguém faria uma cabana no meio da selva, e Locke: "Boa pergunta". Hurley diz que eles andaram muito, e quer saber se falta muito. E Ben: "Eu não sei! Estava seguindo Hurley, que foi o último a ver a cabana!". Locke então decide que o grupo monte acampamento. Hurley, desconfiado, pergunta: "O que será de nós quando os caras do cargueiro voltarem?". O careca responde: "Não sei... ainda".

No navio, Sayid acorda Desmond após ouvir o helicóptero. Eles vão ao deck, onde o médico recebe Keamy e cia., mandando pôr o soldado ferido na maca. O doutor pergunta o quê fez isso a ele, e Keamy: "Uma coluna de fumaça, voando". Ao ver Sayid, o militar pergunta a ele quantas pessoas há na ilha e onde cada uma está, e o iraquiano: "Por que eu diria?". A conversa é interrompida por Gault, que vê Keamy encostar uma arma em sua garganta: "Você me entregou. Disse tudo a meu respeito para Linus". O capitão diz que não foi ele o traidor. "Então, quem foi?", pergunta Keamy.

Eles vão até Michael, que é chutado por Keamy. "Sabe quem sou?", pergunta o militar, pisando em Michael. Vem a resposta: "Martin Keamy". Michael também confirma que o entregou a Ben. Keamy saca uma pistola e, mesmo sob o pedido de Gault para não atirar, ele aperta o gatilho... mas a arma falha.

"Keamy, precisamos dele, pois é o único que pode consertar os motores", diz Gault, explicando: "Pois foi ele que os quebrou". Keamy soca Michael.

Manhã na selva. Locke acorda com gemidos de um homem que parece estar perto, acompanhado pelo barulho de batidas. Ele se levanta para ver quem é. Perto dali, Locke vê um homem derrubando uma árvore: é Horace Goodspeed, o sujeito que levou Roger e Benjamin Linus para a ilha!

Ele fala com Locke, que pergunta seu nome - "Horace", diz ele - e o que ele está fazendo ali. "Um refúgio para ele e pras senhoritas. De vez em quando é preciso ter um descanso da Dharma Initiative", afirma ele, perguntando em seguida se está dizendo coisa com coisa. Locke diz que não, e Horace emenda: "Deve ser porque estou morto há 12 anos!".

Horace diz: "Você precisa me encontrar, John. Se você me encontrar, vai encontrá-lo". "Quem?", pergunta o careca. "Jacob. Ele te espera há um bom tempo", diz o morto, repetindo: "Sou Horace. Vá com Deus, John".

O caçador acorda, e está sendo vigiado por Ben. Locke acorda Hurley, dizendo que é hora de ir e que já sabe para onde seguir. E Ben diz a Locke: "Eu costumava ter sonhos".

Flashback. Emily e sua mãe, a sra. Locke ouvem a enfermeira dizer que o bebê é um batalhador, pois teve várias infecções e venceu todas elas. "As outras enfermeiras dizem que ele é um milagre, e hoje o tiraremos da incubadora para você enfim o pegá-lo".

Emily começa a chorar, dizendo que não pode fazer isso, e que lamenta, saindo correndo do berçário. A sra. Locke pergunta à enfermeira com quem pode falar sobre adoção, e percebe que está sendo olhada de fora da sala por um homem. "Ele é o pai?", questiona a enfermeira, mas a sra. Locke diz não saber quem é... e então vemos Richard Alpert!

Na ilha, Locke explica a Hurley que eles farão um pit stop antes de irem para a cabana. "Onde?", pergunta Hurley.

Locke: "Já se perguntou o que aconteceu à Iniciativa Dharma? Eles eram centenas, e nós vamos visitá-los", diz o careca, dando alguns passos e mostrando a cova dos Dharma ao gorducho. "Uau. O que aconteceu?", diz Hurley. Locke, apontando para Ben: "Ele fez isso".

Flashback. Um garoto joga gamão até que sua mãe chega com um sujeito: "Este homem quer falar contigo, John". É Alpert! Ele pergunta se apresenta como Richard, diz que dirige uma escola para crianças especiais e que acredita que talvez ele seja uma delas...

"Se importa se eu te mostrar umas coisas legais?", pergunta Richard, e o menino topa. Richard, então, nota nas paredes o desenho de alguém morto perto de uma fumaça. "Você desenhou isso, John?", disse Richard, e o menino acena com a cabeça que sim.

Richard sorri, se senta e pede para Locke olhar alguns objetos: uma luva, um livro, um vidrinho com cinzas, uma revista em quadrinhos, uma bússola e uma faca. "Me diga, John, qual destes objetos JÁ pertence a você". O menino olha e escolhe o vidrinho, o livro, a bússola e a faca. "Tem certeza de que a faca é sua, John?", pergunta Richard. O menino diz que sim, para a evidente indignação de Alpert.

"Mas não pertence", Richard diz, tomando a faca, recolhendo as coisas e saindo. A mãe adotiva de Locke chega, perguntando como ele se saiu. "Temo que John ainda não está preparado para nossa escola", fala um irritado Richard, saindo. "O que você fez?", perguntou a mãe a Locke, que abaixa a cabeça, frustrado.

Na ilha, Locke revista os corpos Dharma. Hurley pergunta a Ben se foi ali que ele atirou em Locke, e Ben confirma, completando que não estava pensando claramente ao fazer isso.

"Você matou todos eles?", disse Hurley. Benjamin diz que não os matou, dizendo que a decisão de matá-los não partiu dele, mas sim dos "líderes do grupo". "Pensei que você fosse o líder", fala Hurley, e Ben devolve: "Nem sempre".

Locke acha o corpo de Horace, abre o macacão Dharma e encontra o esquema de construção de uma cabana, juntamente com um mapa. Hurley: "Encontrou o que procurava?". Locke confirma.

No navio, Keamy, armado, pede a Gault a chave do capitão. Lapidus chega, dizendo que o soldado ferido morreu, e que a tripulação está fazendo perguntas sobre o que aconteceu na ilha. Keamy: "Diga a eles que estou cuidando disso. Vá abastecer o helicóptero, pois vamos voltar". Contrariado, o piloto obedece.

Gault conta a Keamy que houve uma doença a bordo enquanto ele e cia. estavam fora, vitimando Regina; e que o próprio militar pode estar sofrendo dela. Keamy agradece a preocupação, mas volta a pedir a chave. "Este não é o protocol...", diz Gault, antes de ser interrompido por Keamy, que toma a chave.

O militar entra na cabine de Gault, abre um cofre e pega uma pasta, que diz ser um segundo protocolo, que diz onde Linus está. "Como Widmore sabe onde ele está?", pergunta Gault. A resposta: "Porque é um homem esperto, e se Linus sabe que eles irão queimar a ilha, só há um lugar para onde ele deve ir".

Gault se revolta: "Como, queimar a ilha? Este não é o acordo. Concordei em trazê-los aqui para uma missão de resgate". Keamy só diz para que Gault conserte a arma dele, saindo.

No deck, Desmond e Sayid vêem o morto, e o Brotha diz que não foi por tiro. Sayid: "Não sei, mas eles se certificarão de que não acontecerá de novo". Gault surge, mandando Omar para a sala de armas, dizendo que vigiará Sayid e Desmond para ele. Ao se afastar, ouvimos o rádio de Omar receber sinais de código morse...

Gault diz para os dois que há uma despensa abaixo com água e comida, e que eles precisam ir para lá. Sayid pergunta se Michael está morto, e o capitão diz que não, mas não foi por falta de tentativa - e é por isso que eles devem se esconder. Sayid diz que é inútil se esconder; e que a chance deles sobreviverem é Gault emprestar o bote do navio para que eles resgatem as pessoas da ilha. O capitão concorda, dizendo que apronta o bote em dez minutos, os encontrando nesse prazo.

Na selva, Locke estuda o mapa e libera Hurley para voltar à praia, pedindo desculpas a ele, mas que antes achava ser necessária a presença dele para achar a cabana. Contrariado, Hurley diz que não acha que estará salvo sozinho na ilha, e se dispõe a ficar com ele e com Ben. Quando o gorducho caminha, Ben diz que Locke fez Hurley pensar que queria ficar, quando na verdade foi uma manipulação de Locke. O careca nega: "Eu não sou você". Ben: "Claro que não".

Flashback. Preso num armário, um adolescente pede para que o soltem, e um professor faz isso. É Locke, alvo da risada das cheerleaders. Ele é levado à enfermaria; e lá o professor diz que recebeu uma ligação de Portland, de uma empresa que faz pesquisas químicas e de tecnologia de ponta: Mittelos Laboratórios! "Falei com o dr. Alpert, que está interessado em recrutar jovens para trabalhar nos novos campos científicos estudados pela companhia", diz o professor, entregando um folheto a Locke e dizendo que Alpert quer que ele vá para o acampamento.

Indignado, Locke diz: "Você não vê que é graças à ciência que vou parar dentro de armários? E como eles descobriram a meu respeito? Não gosto de ciência! Gosto de boxe, pescaria e esportes". E o professor diz a Locke: "Vou te dizer algo que gostaria que tivessem me dito: você pode não querer ser o cara em um laboratório, mas este é quem você é! Você não pode ser o príncipe da formatura, ou um quarterback, ou um super-herói". E Locke: "Não me diga o que não posso ser".

No navio, Michael recebe a visita de Lapidus. O piloto: "Por que você não disse que era um sobrevivente do vôo 815?", e Michael responde: "Porque você não iria acreditar em mim". Lapidus discorda, pois ele é a única pessoa no mundo que acredita que o avião no fundo do mar é uma farsa. Michael: "Não sabia se podia confiar em você, pois seu chefe pôs o avião lá", e Lapidus, brincando, diz que Michael o superou em teorias conspiratórias.

Michael então diz que Lapidus não pode levar Keamy de volta à ilha, pois ele irá matar todos que estão lá. "Você não quer isso em sua consciência, cara. Acredite". Ao saírem da cabine, eles vêem alguém prendendo uma espécie de rádio no braço de Keamy, que nota os dois. Lapidus então diz que levará Michael para a sala dos motores, e o auxiliar do militar fecha a porta da cabine deles.

Gault encontra Sayid e Desmond, dá a eles uma bússola e os manda navegar em 305°, pois é a única orientação segura de se chegar à ilha segundo Faraday; e, caso Keamy note que o barco sumiu, o capitão dirá que eles o roubaram. Desmond hesita, e diz que não voltará à ilha, pois ficou por lá por três anos. "Não quando Penny está procurando por mim", diz. Sayid parte, dizendo antes que voltará com o primeiro grupo assim que puder.

Na ilha, Locke diz que a cabana deve estar a 200 jardas adiante. "E se ela se moveu?", pergunta Ben, mas Locke diz que lhe contaram que é lá onde o casebre estará. "Me contaram muitas coisas também. Que eu era um escolhido, que era especial, mas terminei com um tumor na espinha e o sangue de minha filha nas mãos", diz Ben.

"As coisas não aconteceram a mim. Era meu destino. Mas logo você entenderá que há conseqüências para quem é um escolhido, pois o destino é uma piranha", diz o líder dos Outros. Nisso, Hurley os alerta: "Caras... a cabana!". Os três olham a casinha, espantados.

Flashback. Adulto, Locke está na fisioterapia, após ter perdido o uso das pernas. Fraco, ele cai, chorando. Um maqueiro vem e o põe na cadeira de rodas; e, o empurrando, diz: "Não desista, sr. Locke. Tudo é possível", e Locke diz que o maqueiro não leu a ficha dele, que tem 98% de chance de jamais sentir as pernas novamente.

A resposta: "Eu li seu prontuário, e o sr. sobreviveu a uma queda de oito andares. Isso é um milagre"; e nisso, descobrimos que o maqueiro é Matthew Abbadon! O homem pergunta: "Você acredita em milagres?", e Locke nega. Abbadon deixa Locke então no pé de uma escadaria para baixo, e Locke fica nervoso, querendo sair.

Abbadon o vira e diz que Locke precisava ir a um walkabout. Locke: "O que é isso?". Abbadon: "Uma jornada de auto-conhecimento, em que você vai para a selva australiana com uma faca e seus instintos". Locke diz que é um aleijado e que não pode se aventurar assim, e Abbadon contan que fez um walkabout, se tornando um homem diferente do que era antes. "E agora você é um maqueiro", ironza Locke. "Sou mais do que isso, John", diz Abbadon. Ele põe Locke no elevador e fala: "Quando estiver pronto vai me dar ouvidos; e quando nos encontrarmos de novo, vai me dever uma".

No navio, a equipe de Keamy se arma pesadamente. Intrigado, Desmond vê tudo de longe. Omar chega para contar algo estranho ao dr. Ray: que o código morse dizia que o médico estava morto. "Mas eu sou o médico", diz Ray. Keamy chega para conferir os preparativos,e Lapidus pergunta o porquê de toda aquela artilharia.

"Levante vôo, Frank", diz o militar. "Eu fui contratado para levar cientistas", devolve o piloto, que se recusa a levá-lo. Keamy ameaça Frank de morte, e ele diz que não vai fazer isso, pois ele é o único piloto do grupo. Keamy se aproxima do médico, pede desculpas a ele, e corta sua garganta, o jogando no mar!

Keamy volta a ameaçar Frank, mas ouve-se um tiro: é Gault! Ele pede para Keamy se render ou ele atira. Keamy mostra o braço com o tal rádio e se recusa. "O que há no braço dele", pergunta Gault; e ao tirar o olho do militar, é mortalmente baleado por ele. "Qual vai ser, Frank?", pergunta Keamy. "Vamos voar", diz o piloto.

Lapidus entra no helicóptero, esconde um telefone em uma bolsa, os militares embarcam e eles partem.

Na praia, Juliet vai falar com Jack, que a desobedeceu, levantando para ir comer, e toma uma bronca da médica. "Doutores são os piores pacientes", ela diz, antes de eles ouvirem barulho de helicóptero. Os sobreviventes correm e vêem o helicóptero se aproximar, vindo do mar. O veículo sobrevoa o acampamento, e algo cai dele.

Jack se aproxima para ver o que é, e é a bolsa de Lapidus, com o rastreador do telefone ligado. "Acho que eles querem que os sigamos", diz o médico.

Cabana. Locke diz para eles entrarem, mas Ben se recusa a ir com ele. "A ilha me fez doente, e te curou. Meu tempo acabou. Agora é o seu", diz o líder dos Outros. Hurley também decide ficar.

Locke entra. Assustado, vê alguém sentado numa cadeira. Ele pergunta: "Você é Jacob?". O homem: "Não - mas posso falar em nome dele". "Quem é você?", pergunta Locke. O sujeito se apresenta: é Christian Shephard!

Locke se senta com Christian e pergunta se ele sabe por que ele foi até a cabana, e Christian diz que sim, devolvendo: "E você?". O careca: "Estou aqui porque fui escolhido para estar". Christian diz que ele está absolutamente certo. Locke então escuta um barulho ao lado da mesa, se vira... e encontra Claire, deitada no chão!

De um jeito estranho, ela diz para Locke que está bem - "Estou com ele", afirma. Locke pergunta por Aaron, e Christian diz que ele está onde deve estar, e não é ali. Confuso, Locke ouve de Christian que é melhor não dizer às pessoas lá fora que Claire está ali, que as pessoas do cargueiro estão retornando, e que seria melhor que Locke fizesse a pergunta que importa.

Locke então diz: "Como eu salvo a ilha?". Christian e Claire sorriem.

Do lado de fora, Hurley e Ben dividem um chocolate Apollo quando vêem Locke saindo da cabana. O careca se aproxima, e Ben: "Ele te disse o que fazer?". Locke: "Sim. Ele quer que movamos a ilha".

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

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