(Com SPOILERS!)
Finalmente, eis aí o resumo do primeiro episódio da temporada.
Antes, um pedido: não usem a seção de comentários deste post para falar de “The Lie” ou de quaisquer outros spoilers, ok?
Ah, e lembrando que daqui a pouco, aqui no blog, imagens intrigantes e curiosas deste episódio de estréia. Ok?
Confiram:
- Um bebê chora na casa de um casal. O homem levanta, faz a mamadeira da criança e a amamenta. Se prepara e sai de casa. Descobrimos que é o dr. Marvin Candle. e que ele está na vila Dharma. Ele começa a gravar o filme de Orientação da estação Flecha - que descobrimos ser uma área de defesa e inteligência da Dharma contra os Hostis. Logo, ele é interrompido por alguém que o chama de “dr. Chang”.
Há um problema na estação Orquídea. Chegando lá, Chang é comunicado de uma parede da estação que os trabalhadores não conseguiram perfurar. Por trás dela, segundo um raio-x, há uma roda - a mesma, girada por Ben no fim da quarta temporada. O chefe da obra quer explodir a parede, mas Chang o proíbe, explicando que, por trás dela, há energia que querem utilizar para manipular o tempo, dizendo também que há regras que impedem de regressar e fazer o que quiser. No chão, caído, um funcionário com o nariz sangrando é socorrido, e Chang esbarra com um funcionário Dharma: Daniel Faraday!
- Funerária. Jack e Ben conversam diante do corpo de Locke/Jeremy Bentham. Ben o apressa para levarem o corpo numa van e partirem e, atormentado, Jack quer saber como tudo isso foi acontecer. “Porque vocês saíram, Jack”, diz o ex-líder dos Outros.
- Na casa de Jack, Ben conta ao médico que o plano é reunir todos. Ele conta a Jack que a última vez que viu Locke foi na ilha, e Jack diz que Locke contou a ele que, caso eles não voltem, os que ficaram para trás morrerão. E Locke não contou o que aconteceu após a partida deles…
- Voltamos três anos e revemos a cena de Ben girando a roda. A cena é focada em Locke que, logo após o clarão e o barulho ensurdecedor, encontra-se sozinho na floresta. No mar, Faraday, próximo à ilha, diz que eles provavelmente estavam “dentro do raio de ação”. Na praia, Sawyer e Juliet notam que o cargueiro sumiu. Eles são interrompidos por Bernard que, nervoso, conta que o acampamento sumiu.
Eles chegam lá e constatam o sumiço, mas logo chega Faraday dizendo que nada sumiu, e que o grupo precisa ir para uma construção feita pelo homem. Juliet sugere a estação Cisne, ele aceita e os apressa, antes que “aconteça novamente”. Diante de Sawyer, ele explica por que o acampamento não desapareceu: “Porque ainda não foi construído”.
- Casa de Kate, fora da ilha. Ela recebe a visita de advogados, dizendo ter um mandado para um teste de DNA para comprovar o parentesco entre ela e Aaron. Eles não dizem quem é o cliente deles. Ela se recusa a cooperar e expulsa os homens de casa. Logo, ela corre, pega dinheiro e uma pistola, faz as malas e sai com Aaron, dizendo que “vão tirar umas férias”.
- Na ilha, a caminho da Cisne, Sawyer diz a Juliet que pulou do helicóptero para se certificar de que ela - ou melhor, de que eles sairiam da ilha. Ele e Faraday discutem, pois o golpista exige uma explicação, e Dan diz que naquele momento isso não é uma prioridade, pois envolve física quântica etc., até que toma uma bofetada de Sawyer. E explica: o que quer que Ben tenha feito na Orquídea, os desalojou no tempo, e agora a ilha e eles estão “pulando como um disco quebrado”. Faraday pergunta se todos do grupo estão ali, e Sawyer lembra de um ausente: Locke.
- Noutro trecho da ilha, Locke caminha pela mata quando testemunha o acidente de um avião bimotor. E a aeronave deixa cair uma estátua de Nossa Senhora. Ele vai até o local da queda e tenta subir os cipós, mas no caminho toma um tiro na perna e cai. Logo o homem que atirou se aproxima: Ethan!
Locke diz que o conhece, diz o nome do Outro e conta que Ben o indicou para ser seu líder. Ethan diz que aquilo é ridículo e, quando se prepara para atirar em Locke, logo vem um clarão e… Locke acorda longe dali, à noite.
- O grupo de Sawyer também vê o novo clarão, e reaparece à noite. Faraday diz que eles podem estar no passado ou no futuro.
- Fora da ilha, Sun aparece em um aeroporto. Ao fazer o check-in no guichê da Oceanic, diz que vai para Los Angeles. A funcionária escaneia o passaporte da coreana, nota algo e pede licença a Sun. Ela é levada para uma sala, e lá está Charles Widmore. Ele esbraveja por ela tê-lo abordado na frente de seus associados, e pergunta quais seriam os interesses que ela compartilha com ele. “Matar Benjamin Linus”, ela responde.
- Antes de partir, Ben e Jack assistem a um noticiário que informa que Hurley fugiu do Santa Rosa, por onde viveu por dois anos; e, na fuga, matou um visitante da clínica. “Teremos uma mudança de planos”, anuncia Ben, saindo.
- Dentro de um carro preto, Hurley e Sayid compram fast food e, em seguida, chegam ao que parece ser um hotel. Sayid conta que trabalhou para Ben nos últimos dois anos, que ficou paranóico com isso e recomenda a Hurley que, se Ben cruzar o caminho dele e mandá-lo fazer algo, que faça o oposto. Ao chegar à porta do seu quarto, Sayid percebe que foi invadido. Chega, encontra com um invasor e o atira de cima do prédio. Briga com o outro, é atingido por dardos mas consegue matá-lo também.
Da sacada, Hurley pega a arma e olha para fora. É visto por moradores que o confundem com o assassino do homem jogado do prédio. Ele vai para dentro do apartamento e socorre Sayid, o levando a caminho do carro.
- O grupo de Sawyer caminha. Charlotte pergunta a Miles se ele acha que Widmore está procurando por eles, e Miles: “Demorou 20 anos para ele achar este lugar da primeira vez”.
Eles chegam ao buraco que um dia foi a estação Cisne. Faraday conclui que eles estão em um momento após a queda do avião, e que o acampamento da praia deve estar lá. Sawyer quer voltar, para ver se eles estão no momento anterior ao do voo do helicóptero para tentar impedir Jack e companhia de partir, mas Faraday explica que não é possível mudar o passado.
Sawyer pergunta como ele sabe tanto sobre o assunto, e Faraday mostra a ele seu diário, com tudo o que ele aprendeu sobre a Dharma, e é por isso que ele está ali. Sawyer pergunta como eles podem parar isso, e Faraday diz que não podem. “Então, quem pode?”, questiona o golpista.
- Longe dali, Locke está sozinho na mata, próximo aos antigos destroços do bimotor. Ele vai até o avião e pega um cinto para tentar estancar o ferimento da perna. E enquanto descansa, é achado por Richard Alpert. Locke pergunta a ele o que está acontecendo, e Alpert diz que precisa tirar a bala de sua perna. “Mas eu não disse que tinha uma bala na perna!”, diz Locke. “Bem, você dirá”, afirma o Outro, que diz que não foi a lugar algum quando surgiu o clarão, mas Locke, sim; e, ao ouvir a pergunta do careca de “quando nós estamos?”, respondeu: “Tudo é relativo”.
Alpert diz que eles precisam seguir, que a ilha irá curar o ferimento de Locke, e que da próxima vez que eles se encontrarem, ele não irá reconhecê-lo. Alpert entrega e ele uma bússola, dizendo que o entregue quando eles se virem novamente, lamenta não ter tempo para explicar tudo e afirma que o único jeito de salvar a ilha é trazendo de volta os que saíram dela, e que Locke terá que fazer isso.
“Como farei isso?”, pergunta Locke. “Você terá que morrer, John”, diz Alpert. E ocorre um novo clarão.
- Locke reaparece de dia, próximo ao bimotor recém-caído.
- Noutro local e época, é noite, e o grupo de Sawyer observa os escombros da escotilha Cisne. Sob os olhos atentos de Faraday, Juliet explica que, ali, morava um homem chamado Desmond, que apertava um botão de 108 em 108 minutos para salvar o mundo. Repentinamente, eles ouvem um barulho ensurdecedor, um novo clarão acontece, e eles reaparecem de dia. Os escombros da Cisne sumiram e, no lugar deles, Juliet acha a porta da escotilha - a mesma, encontrada por Boone e Locke na primeira temporada. “Acho que vocês ainda não a encontraram”, diz Juliet a Sawyer.
O golpista sai, dizendo que vai até a porta dos fundos pegar suprimentos. O físico vai atrás dele dizendo que não adiantará tentar falar com Desmond, já que o escocês não os conhecia naquela época e que, por eles terem se conhecido só depois, não poderão se conhecer antes do que já aconteceu. Sem ligar, Sawyer esmurra a porta. Faraday insiste: “Se não aconteceu, não acontecerá”.
Pegando Faraday pelo pescoço, Sawyer diz: “Todos com que me importava explodiram no seu maldito cargueiro. Eu sei o que não posso mudar”. Mais calma, Juliet o convence a voltar à praia.
O grupo se afasta, com Faraday e Charlotte ficando próximos à Cisne. E, nisso, o físico nota que o nariz da ruiva começa a sangrar. Ele se preocupa, mas tenta disfarçar. Ela diz para acompanharem o grupo, mas Faraday diz a ela que esqueceu a bolsa perto da escotilha, e que ela vá na frente.
Faraday vai à bolsa, pega o diário, o folheia… e vai até a porta da Cisne, batendo. E é recebido por um Desmond, armado e de uniforme amarelo anti-infecção. Faraday explica que Desmond é a única pessoa que pode ajudá-los, pois as regras não se aplicam a ele. “Você é especial”, diz.
O céu começa a clarear, e Faraday se apresenta e diz que aqueles que ele deixou para trás correm imenso perigo e pede para que ele volte a Oxford, onde eles se conheceram, e encontre a mãe dele, mas antes de conseguir dizer o nome dela, surge o clarão.
- Desmond está deitado, aparentemente sonhando com as palavras de Faraday. Ao seu lado, Penny acorda e pergunta se está tudo bem. Ele conta que estava na ilha, e que não foi um sonho, e sim uma lembrança.
O brotha levanta, e descobrimos que eles estão em um barco a vela, e começa a içá-la. Em seguida, diz para Penny para onde estão indo: “Oxford”.
Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro
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