(Com SPOILERS!)
Como sempre, em tópicos descrevo o que de melhor aconteceu neste novo episódio da quinta temporada…
- Tudo começa na cena em que Sawyer “perde” Locke, segurando a corda no poço que já não está lá. “Seja quando estivermos, é bem antes de que o poço tenha sido construído”, diz Juliet. E Miles aponta algo para dizer que estão bem antes mesmo da construção: uma gigantesca estátua!
- Como já sabíamos, dentro do poço, Locke girou a roda… e fora dali, Miles, Jin, Sawyer e Juliet são transportados graças a mais um clarão - desta vez, mais forte do que os outros. O grupo viaja a um tempo em que o poço volta a aparecer… mas ele está raso, e traz pedras dentro deles.
Logo, todos notam que as dores de cabeça e os sangramentos pararam. “Acho que acabou. John conseguiu”, diz Juliet. E Sawyer diz que eles devem ficar ali esperando Locke, não importa o quanto tempo leve para ele voltar.
- Três anos se passam, e vemos Jerry, um Dharma, dançando com uma mulher, Rosie, no que parece ser a estação Pérola. Eles são interrompidos por outro Dharma, Phil, que teme que LaFleur descubra a visita feminina. Os dois homens começam a discutir quando a garota chama a atenção para algo que aparece num monitor: um homem, bêbado, próximo à cerca sônica. É Horace Goodspeed!
Horace acende uma dinamite e a atira próximo à cerca. Os dois mandam Rosie embora e vão até a casa de LaFleur acordá-lo. Hesitantes, batem à porta… e é Sawyer! Eles contam o que houve, Sawyer veste o macacão - que além de seu “novo nome” mostra que ele é chefe de segurança - e os três partem.
- De Kombi, Sawyer pega Miles - também de macacão Dharma - e eles vão pegar Horace, chamados por eles de “nosso líder”. Ao chegarem lá, Sawyer diz a Miles para apagar o fogo e pegar a dinamite enquanto ele leva Horace para casa. “Por que você não apaga o fogo e pega a dinamite e eu o levo pra casa?”. Sawyer responde: “Você quer contar a Amy onde o achou?”.
- Sawyer leva Horace para casa de Amy, que está grávida, e explica o que ele estava fazendo. Chamando Sawyer de “Jim”, ela conta que os dois tiveram uma briga “por causa de Paul”, e começa a entrar em trabalho de parto!
- Voltamos três anos no tempo. Sawyer, Jin, Juliet e Miles veem Faraday transtornado, chorando sozinho. Ele conta que Charlotte morreu e que, com o clarão, ela desapareceu. O físico também confirma que os saltos no tempo acabaram, mas… “seja em que época estivermos, ficaremos em definitivo”, adverte.
Sawyer diz que eles devem voltar à praia, pois Locke e os demais vão procurá-los por lá quando retornarem à ilha. Miles relembra do ataque de flechas flamejantes, mas Juliet concorda com Sawyer. Os cinco acabam rumando para a praia.
- Enquanto caminham, Juliet diz para Sawyer que, por praticidade, o apoiou, mas que não concorda com o plano de voltar à praia. “Estou aberto a sugestões”, diz ele. Instantes depois, eles ouvem tiros e o que parece ser uma mulher chorando.
Quando chegam ao local de onde vieram os tiros, eles veem uma mulher sendo abordada por dois sujeitos aparentemente vestidos como hostis e o que parece ser um homem de macacão Dharma caído ao lado. Em seguida, os dois encapuzam a mulher e a fazem ajoelhar.
“Quem serão eles?”, pergunta Juliet. Miles não quer nem saber, muito menos se envolver. Faraday relembra que é inútil tentar intervir, pois “o que aconteceu, aconteceu”. Mas Sawyer e Juliet decidem enfrentar os dois. A médica mata um deles, e Sawyer acerta o outro.
Ao abordarem a mulher, tirando o capuz, vemos que é Amy. “Quem é você?”, ela pergunta a Sawyer. Ele e Juliet se entreolham.
- A mulher chora e, a alguns metros dela, Juliet e Sawyer deduzem pelo macacão Dharma do morto que eles devem estar na década de 70 ou na de 80. Ele pergunta dos Outros, e ela diz: “Eles são antes da minha época”. Jin pega um walkie talkie do morto e joga para Sawyer.
James Ford fala com Amy que eles precisam ir andando, e diz a ela que eles foram parar na ilha em um navio que estava indo para o Taiti. Ela diz que é preciso enterrar os hostis, pois senão a trégua acaba, e que precisam levar Paul de volta para casa. Eles concordam com Amy, e ela conta que Paul era o marido dela.
- No caminho para a vila Dharma, Sawyer comenta com Juliet e Miles que o grupo irá fazer muitas perguntas a eles, e diz para que fiquem quietos, deixando a mentira por conta dele. “Sou um profissional. Fazia isso pra viver”, garante. Em seguida, Juliet grita para Daniel parar a caminhada. Nisso, vemos que eles estão diante da cerca sônica.
Juliet pede para Amy desligar a cerca, mas ela fica reticente. Sawyer a convence, lembrando que eles acabaram de salvá-la. Sem que eles vejam, ela digita um código, abre a caixa do teclado da cerca e pega algo dentro dela. “Está desligada!”, ela anuncia. Sawyer devolve: “Você primeiro”.
Ela atravessa, mas quando o grupo faz o mesmo, todos caem, afetados pela cerca. Nada acontece com Amy, que tira tampões de ouvido.
- Pulamos novamente para três anos depois. Amy está na enfermaria, em trabalho de parto. O médico pergunta por Horace, e LaFleur diz que ele não está disponível. O doutor explica que ela precisava fazer uma cesariana, que o bebê está ameaçado e que todas as Dharma dão à luz fora da ilha. “Amy era para partir no submarino na terça”, explica o médico, sem garantir que pode fazer o parto.
- LaFleur vai então a uma oficina mecânica, e descobrimos que Juliet trabalha nela! Ele fala de Amy, pede ajuda a Juliet, mas ela diz que nenhum parto do qual ela participou na ilha foi bem sucedido. Mesmo assim, Sawyer a convence a ajudar.
- Na enfermaria, Juliet pede instrumentos cirúrgicos ao médico, que se recusa a ajudar. “Eu quero que ela faça o parto”, diz Amy. LaFleur também se impõe, e o doutor concorda em deixar que a loira realize a cesariana.
- Do lado de fora da enfermaria, Jin (com macacão de segurança) fala com LaFleur. Ele fala do parto de Amy e pergunta ao coreano sobre a busca, mas Jin diz que não encontraram nada. “Até quando vamos continuar procurando?”, pergunta. LaFleur: “Até quando for preciso”.
Nisso, Juliet se junta a eles, visivelmente emocionada; e quando LaFleur pergunta como tudo transcorreu, ela diz: “Deu certo”.
- Corta a cena para Sawyer, dormindo. Ele acorda no sofá da sala de jogos Dharma, diante de Horace Goodspeed. O Dharma agradece a ajuda, explica que eles foram afetados pela cerca porque é preciso se defender dos indígenas hostis, “com os quais eles não se dão”, e pergunta quem Sawyer é. “Meu nome é James LaFleur, mas pode me chamar de Jim”, diz o golpista.
Goodspeed diz também que os amigos de LaFleur mandaram que falasse com ele para ouvir explicações, pois ele é o “capitão do barco”. LaFleur conta que eles sofreram um naufrágio, e que estavam em um navio de resgate, tentando encontrar uma famosa embarcação naufragada - um navio negreiro, vindo da Inglaterra, chamado Black Rock. “Já ouviu falar nele?”, pergunta, ouvindo Goodspeed dizer que “não pode falar que nunca ouviu”.
O Dharma quer saber o que eles fizeram desde o naufrágio, e LaFleur explica que estavam tentando achar os demais membros da equipe, perdidos. Goodspeed diz que, se os Dharma acharem a equipe de LaFleur, os manda para eles. “Um submarino que partirá pela manhã. Você e seus amigos estarão nele e serão deixados no Taiti”. Sawyer tenta negociar, dizendo que salvou uma do grupo deles, e que por isso poderia ter uma ou duas semanas para procurar seus amigos. A resposta: “Só membros da Iniciativa Dharma podem ficar aqui. E, com todo o respeito, Jim, vocês não são adequados para a Dharma”, disse ele, saindo.
- Do lado de fora, enquanto aguardam Sawyer, Juliet conta a Miles, Jin e Faraday como chegou à ilha - depois da Purgação e pelo submarino, vivendo três anos na vila Dharma. Triste, Faraday confirma a Jin que não haverá mais flashes… e de repente, ele vê uma menininha ruiva. “Charlotte!”, ele conclui.
Nisso, chegam Goodspeed e LaFleur. O líder Dharma explica que o loiro irá colocá-los a par da situação, e que em breve alguém lhes mostrará seus dormitórios. Quando Sawyer começa a explicar que Goodspeed acreditou nele, e que eles serão enviados para o Taiti de submarino, soa um alarme. Luzes são acesas, há correria, e um Dharma - um dos que vimos no começo do episódio - ordena que eles vão para dentro de uma casa.
Na janela da casa, Sawyer e Juliet veem um homem com uma tocha do lado de fora: Richard Alpert. “Uh-oh”, diz o golpista.
- Logo, a porta de uma casa se abre na vila Dharma: é a de Horace Goodspeed. Ele sai para conversar com Alpert, dizendo que, se tivesse sido avisado, teria desligado a cerca. “Aquela coisa mantêm outras pessoas afastadas, não nós”, diz o hostil, dizendo que a trégua deles foi quebrada. “Aonde estão meus dois homens?”, pergunta Alpert.
Na casa, Miles vê os dois discutindo lá fora, e diz que partir no submarino é boa ideia. “Ninguém pegará o submarino”, diz Sawyer. Logo, Goodspeed entra na residência e pergunta: “O quão bem você enterrou aqueles corpos, LaFleur?”. O chefe Dharma dá ordens a um integrante da iniciativa para avisar à Flecha que aumentem a segurança e que ponham a cerca para funcionar no nível máximo.
“Deixe que eu falo com ele”, sugere LaFleur. Goodspeed tenta impedir, mas o golpista passa por cima dele. Juliet pergunta se ele tem certeza do que fará. “Ainda não. Mas vou dar um jeito”, diz Sawyer.
- “Oi, Richard”, chega dizendo Sawyer, se anunciando como o homem que matou os hostis e contando em seguida como e por que o fez. “Como eu não sou da Dharma, a trégua não foi quebrada”, afirmou. “Se você não é Dharma, quem você é?”, pergunta o hostil.
Sawyer devolve com outra pergunta: “Vocês enterraram a bomba ‘Jughead’?”. Alpert fica perplexo, e Sawyer acrescenta que sabe também que, há uns 20 anos, um sujeito foi falar com ele, dizendo-se líder do grupo, e desaparecendo em seguida. “O nome dele era John Locke, e ainda estou esperando que ele volte. E aí? Ainda pensa que sou da Iniciativa Dharma?”.
Alpert diz que não, mas que dois homens deles estão mortos, e que seu povo espera algum tipo de justiça. “O que faremos quanto a isso?”, pergunta o Outro.
- Em uma casa Dharma, Amy vela o corpo de Paul quando recebe a visita de LaFleur e de Goodspeed. “Alpert se foi?”, pergunta. Goodspeed explica que contou ao hostil aonde os corpos foram enterrados, e que ele quer levar o corpo de Paul. “Como somos amigos, a decisão é sua. Se você negar, sofreremos as consequências”. Amy concorda, dizendo que Paul gostaria de vê-los seguros, e pede um minuto de privacidade com o morto, sendo atendida.
Chorando, ela pega do pescoço de Paul um cordão com uma cruz egípcia e se retira. LaFleur oferece ajuda a Goodspeed para levar o corpo. Ele agradece, e diz: “Jim, o submarino parte de manhã e volta daqui a duas semanas. Você pode ficar este tempo para achar o resto de sua equipe”. LaFleur agradece e sai da casa.
- No pier do submarino, Sawyer dá a boa notícia a Juliet, mas ela diz que sairá da ilha no submarino, pois ficou três anos como prisioneira na ilha. “Você percebe que é 1974 e que, seja lá para o que for que você queira voltar, ainda não existe?”, pergunta ele. A loira diz que isso não é motivo para que ela não saia.
“E eu? Você vai me deixar sozinho com o cientista louco, o cara que fala com os mortos? E Jin? Ele é legal, mas não é a melhor conversa. Vamos lá… Me dê duas semanas. É tudo o que peço”, diz Sawyer. Ela reluta, mas aceita.
- Três anos depois. Sawyer caminha pela vila Dharma, colhe uma flor num jardim e entra numa casa. Elogia o cheiro da comida, e a cozinheira é Juliet. Ele dá a flor a ela, e eles trocam um longo abraço. “Você é incrível, Juliet!”, ele diz. “Obrigado por acreditar em mim”, ela devolve. E os dois se beijam apaixonadamente! “Eu te amo”, diz ela. “Eu te amo também”, retribui LaFleur, voltando a beijá-la…
- Corta a cena, e vemos LaFleur lendo, e sendo interrompido pelos roncos de Goodspeed no sofá. O líder Dharma acorda, e LaFleur diz que tem boas e más notícias para ele. Primeiro, a boa: “Você é pai! É um menino”, conta LaFleur, perguntando depois por que Goodspeed resolveu encher a cara e explodir árvores em vez de estar com ela. Ele conta que, sem querer, achou a cruz de Paul na gaveta de meias de Amy, mostrando o colar ao chefe de segurança.
“E vocês brigaram por causa de um colar?”, pergunta LaFleur. A resposta: “Eu sei, Jim; mas só faz três anos que ele morreu. É tempo suficiente para alguém superar um outro amor?”. LaFleur pensa e diz que tinha algo com uma garota, e que teve a chance de ficar com ela, mas dispensou. “Por muito tempo fiquei pensando que foi um erro. E agora eu mal consigo lembrar como ela era. E ela nunca mais voltou. Então: três anos são suficientes para se esquecer alguém? Com certeza”, afirmou.
- Na cama com Juliet, LaFleur ouve o telefone tocar. “O quê? Não os traga aqui! Me encontre no vale norte”, diz ele, assustado. Juliet acorda e pergunta quem era ao telefone. “Era Jin”, diz ele, garantindo que tudo está bem, mas que deve ir.
- A bordo de um jipe, Sawyer vai até o local marcado com Jin, que chega numa Kombi. E dela, saltam Hurley, Jack… e atrás deles, surge Kate. Sawyer olha, admirado.
* * *
Daqui a pouco, as imagens curiosas e intrigantes deste oitavo episódio da quinta temporada! E ainda nesta quinta, os comentários sobre “LaFleur”…
Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro
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