quinta-feira, 16 de abril de 2009

O Resumão de “Some Like it Hoth”

(Com SPOILERS!)

Em tópicos, tudo o que de mais importante aconteceu neste 13º episódio:

- Uma mulher oriental visita um apartamento para alugar, guiada por uma espécie de administrador do condomínio. Nisso, surge um garotinho para falar com ela: é seu filho - e eles dois são os aspirantes a moradores do imóvel. Ela dá a moeda ao menino, e o chama pelo nome ao pedir que não corra pelo condomínio: Miles!

Ao chegar à máquina, o garoto começa a sentir algo estranho. Parece ouvir algo vindo do apartamento nº4. Ao se aproximar da porta, põe uma das mãos nela. Em seguida, retira a chave do apartamento, que estava debaixo de uma mini-estatua de coelho. Ele abre a porta.

Corta a cena para a mãe dele, que assina o contrato, mas é interrompida pelos gritos de Miles, vindos de fora. Ela e o dono vão até lá, e veem Miles ao lado de um homem estirado no chão. O menino começa a dar informações sobre o homem - que está morto -, e menciona que o o sujeito estava sozinho e assustado, e procurava uma tal Kimberly. “Era a mulher dele, morta no ano passado. Como você sabe sobre ela?”, diz o administrador. E o garoto afirma: “Eu os ouvi. Ele ainda está falando agora mesmo”.

A mulher começa a se assustar, dizendo a Miles que o homem está morto, e o menino grita para a mãe: “Eu te disse! Eu posso ouvi-lo!”.

- Corta a cena para Miles na ilha. Sawyer o chama pelo rádio, pedindo para que apague a fita de vigilância da câmera postada em frente à porção da cerca sônica em que ele e Kate pararam as Kombis e carregaram Ben para os Outros. O médium estranha e quer saber o que os dois faziam lá, mas Sawyer diz que não há tempo para explicações, e que se alguém perguntar por ele, dizer que saiu à procura de Sayid. Miles diz que irá atender o favor e Sawyer diz que lhe deve uma.

Sawyer manda Kate ir falar com Juliet para saber se alguém notou o sumiço de Ben, enquanto ele fará o máximo para acobertar o que acabaram de fazer. “Não sei se você já notou, mas sou chefe de segurança”, brincou. Os dois partem.

- Ao ejetar a fita, Miles recebe Horace Goodspeed na sala de vigilância. O líder Dharma procura por LaFleur, e Miles diz que ele saiu em busca do fugitivo. Horace diz então que LaFleur já estava ciente da situação, mas que, na ausência do loiro, ele terá que contar com o médium mesmo: “Devo trazê-lo ao círculo de confiança. Posso confiar em você?”, pergunta. Miles diz que sim. O líder do grupo, então, passa um objeto envolto em um saco preto para o médium, dizendo para Miles entregá-lo a Radzinski na área 334. “Ele vai te entregar algo em retorno, e quero que traga para mim sem fazer perguntas”.

Miles então faz uma observação: “Não éramos para estar na área 334. Não é território dos Hostis?”. E Goodspeed: “Bem-vindo ao círculo de confiança”. Miles sai, balançando positivamente a cabeça, mas deixando a fita da câmera na máquina.

- Miles leva o objeto ao local indicado, sendo rendido por um Radzinski armado, usando um macacão preto Dharma com o símbolo da estação Cisne. Ele estranha a presença de Miles, dizendo que esperava LaFleur, e o médium explica, dizendo que seu chefe estava ocupado. Miles dá a Radzinski o pacote, dizendo que, supostamente, ele lhe daria algo em retorno. Radzinski assobia, e surgem dois homens vestidos como ele, trazendo numa maca um Dharma vestido igualzinho, só que morto. “O que aconteceu?”, pergunta Miles. “Um acidente. Ele caiu num buraco”, diz Radzinski, abrindo o pacote de Horace e revelando que nele havia um saco para cadáveres. Miles repara que há um buraco na bala na cabeça do homem, e comenta. Radzinski o intimida, dizendo que não interesa o que aconteceu, e que o dever dele é fazer o que é mandado. Os Dharma põem o cadáver no saco e Radzinski despacha Miles, ordenando que ele leve o corpo para Horace Goodspeed.

Logo que entra na Kombi e que o trio se afasta, Miles se estica ao banco de trás, abre o saco e diz ao cadáver: “Agora, me conte: o que de fato aconteceu?”.

- Fora da ilha, Miles vai a um apartamento no mesmo condomínio visto no início do episódio: é o de sua mãe. Ela está acamada, doente, instalada em um quarto cheio de remédios e equipamentos hospitalares, visivelmente em estado terminal. Emocionado por vê-la daquele jeito, ele pergunta: “Mãe, por que eu sou do jeito que sou? Por que faço as coisas que faço? E preciso saber por que você não fala comigo sobre meu pai”. Ela diz que o pai dele está morto, que nunca se importou com os dois, os expulsando de casa quando ele ainda era um bebê, e que nunca falou disso porque foi há muito tempo. “Quanto menos você souber dele, melhor”, diz a mãe de Miles, acrescentando que o pai dele está morto há tempos.

“Então, onde está o corpo dele?”, quer saber Miles. “Em um lugar aonde você poderá ir”.

- Na ilha, Miles volta ao centro de vigilância Dharma, e ouve Horace Goodspeed falar ao telefone: “Se foi causado por eletromagnetismo, Pierre, alguém precisa saber! Você quer vê-lo agora? Ele acaba de voltar. Vou mandá-lo até você”, diz, desligando. Goodspeed pergunta se Miles está com o pacote, e o médium confirma. Então, Horace o orienta a levar o cadáver para Pierre Chang na estação Orquídea.

Miles ainda tenta sugerir que alguém da oficina leve o corpo, já que ele é só um segurança, mas Horace diz que tem que ser ele. Contrariado, Miles sai.

- Do lado de fora, Hurley abre a mala da Kombi e começa a pôr coolers com sanduíches dentro. Miles chega, e pede para que ele as retire de lá. Hurley pergunta para onde ele vai, e ao ouvir Miles dizer que é para a Orquídea, conta que também está indo para lá, levar lanches aos Dharma. Miles diz para ele ir noutra Kombi, e o dude quer saber o porquê disso, já que os dois vão para o mesmo lugar. Logo, o gorducho percebe: “Espera: você está em uma espécie de missão secreta?”. Miles: “Apenas entre na Kombi”.

- Na enfermaria Dharma, Juliet recebe Kate, que diz que tudo correu bem, que Sawyer a ajudou e que eles parecem não ter sido vistos. As duas são interrompidas por Roger Linus, vindo da estação médica e chegando com uma cesta contendo as encomendas que a loira lhe havia feito. Ele logo nota a ausência de Ben.

Desesperado, ele fala sem parar, querendo saber do menino. Juliet acaba dizendo que se retirou por dez minutos e que, quando voltou, Ben não estava mais lá. “Mas ele estava quase morrendo? Como foi isso? Você era para vigiá-lo!”, grita ele. Juliet concorda, pede desculpas mas não consegue acalmar Roger, que sai dizendo que vai até a segurança. Sozinha novamente com Kate, a loira olha para a sardenta e diz: “Bem, aí vamos nós”.

- Na Kombi, Miles dirige e Hurley faz anotações em um caderno. “Isso é um diário?”, pergunta o Miles. “É pessoal”, responde o gorducho. Nisso, Hurley começa a sentir um fedor, e pergunta a origem do cheiro. Miles sugere que deve ser do molho dos sanduíches. Hurley concorda com a possibilidade, e pede para que Miles pare a Kombi, no que é atendido.

Hurley logo nota que o cheiro não vem dos sanduíches, mas de algo dentro de um saco para cadáveres. “Quem é ele?”, quer saber. Miles: “Não se preocupe com isso e não diga que o viu”. E o dude pergunta: “O que aconteceu?”.

Miles explica que ele se chamava Alvarez, e que ele estava cavando um buraco e pensando em uma garota chamada Andrea quando sentiu uma dor aguda em seu dente. “Era uma obturação de seu dente, que saltou para fora, perfurando seu cérebro. E aí ele morreu”. Hurley fica intrigado, perguntando como uma obturação pode ir para a cabeça, e Miles diz não saber. “Me pegou. Podemos ir?”, pergunta o ex-tripulante do cargueiro.

“Como você sabe tudo isso?”, questiona Hurley. A resposta: “Porque sei”. “Mas como sabe no que ele estava pensando?”, insiste o dude. “Eu só sei”, devolve Miles. Hurley diz então: “Você pode falar com os mortos. Fique tranquilo, pois seu segredo está a salvo. E quer saber por quê? Porque posso falar com os mortos também”. Miles fica intrigado com o que ouviu.

- Fora da ilha, vemos Miles atender um homem que perdeu o filho, jogador de futebol americano. O médium pergunta se eles o enterraram, pois o trabalho dele é facilitado com o cadáver. O homem diz que o rapaz foi cremado, e suas cinzas foram atiradas num campo de futebol. Miles parece pensar em recusar o serviço, mas o homem diz a ele que tudo o que quer saber do filho é se ele sabe que seu pai o ama. Miles então diz que isso custará um dinheiro extra, e pede que o homem estenda suas mãos. Miles então se concentra e, instantes depois, diz que o rapaz sempre soube que o pai o amava. O homem parece agradecido. Miles lamenta a perda do rapaz e parte.

Do lado de fora, ele é abordado por uma mulher: “Olá! Miles Straume? Meu nome é Naomi Dorrit!”. Sim, é Naomi! Ela diz que o contratante dela está interessado nos “serviços únicos” de Miles; e o convida para ir a um restaurante para ouvir o que ela tem a dizer. Imediatamente ele se interessa pela proposta.

- De volta à ilha. Roger Linus está enchendo a cara em um balanço de uma das casas, e é visto por Kate. Ela para e conversa com ele, o consolando: “Sinto que tudo acabará bem”, diz. Ele percebe algo de estranho: “Você sabe de alguma coisa? Sabe o que aconteceu?”, pergunta. Kate, levantando, diz que não sabe de nada.

“Espera: por que você está tão interessada no meu garoto?”, quer saber ele. A sardenta se desculpa por ter parado para falar com ele e tentado ajudar. “Quer ajudar, Kate? Então, meta-se com sua vida”, diz Roger.
Ela sai.

- Na Kombi, Hurley confirma a Miles que conversa com os mortos, chegando até a jogar xadrez com eles. Miles explica que, pra ele, não funciona assim. “É mais uma sensação: quem era aquela pessoa e o que sabiam antes de morrer”.

Os dois chegam à Orquídea. “Entregue seus sanduíches”, diz Miles. Os dois descem da Kombi e, enquanto descarregam os sanduíches, Pierre Chang chega para falar com o médium: “O que ele faz aqui?”, pergunta. Miles diz que ele foi entregar lanches, e ouve de Chang: “Lanches? Você era para ter vindo sozinho”. Interrompendo os dois, Hurley diz: “Não se preocupe: não direi nada sobre o corpo”. Logo, o dude vê que fez besteira.

“Ele sabe?”, pergunta Chang, rispidamente. Miles tenta se desculpar. “Eu posso guardar um segredo”, afirma o dude. “É melhor mesmo”, devolve o cientista, ameaçando deportar o gorducho para a ilha da Hydra e ficar atolado de cocô de urso polar, envolvido nos “ridículos experimentos” da estação. Chang ordena para que homens retirem o cadáver da Kombi e pergunta para Miles se ele saberá lidar com a situação. “Sim”, confirma o médium.

Quando Chang se afasta, Hurley comenta: “Esse cara é um babaca”. E Miles: “Esse babaca é meu pai”.

- Fora da ilha, Miles e Naomi entram na cozinha de um restaurante que parece abandonado. “Esse é seu teste”, diz a mulata, mostrando a ele um cadáver num saco. Miles tenta se esquivar, dizendo que aquilo não é lance dele. Jogando um maço de dinheiro para ele, Naomi diz que, pelo que sabe, aquilo tem tudo a ver com o que ele faz. “O que você me diz deste cara?”, pergunta ela, logo após abrir o zíper do saco.

Miles diz que o nome do morto é Félix, e ele estava indo entregar algo a um homem chamado Widmore. “O quê?”, quer saber Naomi. “Papéis, fotos de… sepulturas vazias. Uma ordem de compra de um velho avião”. Naomi então fecha o saco, e ele pergunta se passou no teste.

“Estou liderando uma expedição a uma ilha. E estamos procurando um homem difícil de ser encontrado. E uma vez que essa ilha é cheia de mortos, pelos quais ele foi responsável, eles podem nos dar informações úteis sobre o paradeiro deste homem”, explica Naomi. “Mesmo sendo a busca de um assassino serial algo bastante seguro, vou recusar a oferta”, diz Miles. E, antes de partir, ouve a proposta de Naomi: “Meu chefe está disposto a lhe pagar 1,6 milhão de dólares”. Ele para e diz: “Quando partimos?”. Ela sorri.

- Ainda diante da Orquídea, Hurley tenta falar sobre Chang com Miles, mas o médium se recusa. O dude lembra que Chang é o cara dos filmes de Orientação, e quer saber mais sobre o assunto; e quando Miles reforça que não quer falar do assunto, Hurley rebate: “Se não queria falar disso, porque me contou que ele é seu pai?”. Miles fica quieto e Hurley pergunta como ele descobriu que Chang é o pai dele.

Miles: “No meu terceiro dia aqui, estava no refeitório, e minha mãe estava logo atrás de mim. Esta foi minha primeira pista”. Hurley então lembra da Purgação, e pergunta se Miles não quer salvá-lo. “Eu não posso! Não importa o que eu faça, ele morrerá. Então, pra que me preocupar?”, diz. Nisso, Chang volta a falar com eles, dizendo que o levem até o local onde está Radzinski. “Aonde está o corpo”, pergunta Miles. “Que corpo?”, devolve Chang.

- Corta a cena para uma sala de aula Dharma, em que Jack apaga o quadro-negro. Roger Linus entra na sala, dizendo que aquela é dele. “Eu estava cobrindo seu serviço”, explica Jack. Roger fala de Ben, dizendo diz que ele não iria ficar em casa, rezando para que seu filho fosse achado e dispensando Jack. Quando o médico está prestes a sair, Roger lembra que Jack tinha chegado junto com Kate, e pergunta se ele a conhece. “Por quê?”, pergunta Jack.

Roger explica que Kate tem algo estranho ligado a Ben - primeiro, doando sangue ao menino; segundo, dizendo a Roger que tudo vai ficar bem. “Começo a ter a impressão de que ela tem a ver com tudo isso. Acho que deveria ir a Horace, informá-lo. O que acha?”, pergunta. Jack diz que a situação lhe dá uma perfeita desculpa para beber e ter ideias loucas. “Kate é minha amiga, e não faria nada para machucar seu filho”, garante. Roger sai, transtornado.

- Na Kombi, Hurley quer saber o que se faz na Orquídea, mas Chang diz que é confidencial. O dude pergunta também se não pode contar sequer a sua esposa ou a seu filho, e o cientista diz que seu garoto tem apenas três meses. Hurley pergunta o nome dele, e Chang diz: “Miles!”. Irônico, Hurley diz que, coincidentemente, é o mesmo nome de Miles.

Hurley diz ainda que, por Miles e Chang estarem na ilha há três anos, que devem ser íntimos, mas os dois negam. “Boa! Então vocês deveriam sair pra tomar uma cerveja qualquer hora dessa”, sugere o dude. Instantes depois, Chang manda que Miles pare a Kombi. O cientista salta do veículo e empurra uma porta camuflada com folhas.

A Kombi então entra numa grande área vigiada - um grande canteiro de obras. Logo após Chang saltar da Kombi, Hurley pergunta que lugar é aquele, mas Miles diz não se importar. Logo, o dude nota um sujeito com uma porta igual à da estação Cisne, e perguntando a outro operário o número de série da escotilha. O homem dita: “4…8..15…16..23..”, e Hurley completa: “42″. Miles, que vê a cena, pergunta a Hurley como ele sabia o último número. “Eles estão construindo uma escotilha - a que derrubou nosso avião”.

- Fora da ilha, Miles come um taco ao caminhar numa rua erma ao ser abordado por homens encapuzados em um furgão, que saltam do veículo e o levam. No lado de dentro, um homem se apresenta ao médium: é Bran - o mesmo que está junto com Ilana na ilha! “Queremos impedir que você trabalhe pra Charles Widmore”. Miles diz desconhecer tal nome, e Bram afirma: “Ele é o dono do barco em que você estará na próxima semana. E, meu amigo, você não vai querer estar nele”.

Então, Bram pergunta: “Você sabe o que há na sombra da estátua?”. Miles nega. “Então, você não está pronto para ir para aquela ilha; mas se você vier conosco, tudo aquilo que você sempre quis saber em sua vida, saberá”, diz o homem, completando: “Sabemos quem você é, Miles, e o porquê de seu dom; e, principalmente, sabemos sobre seu pai”.

Miles diz que não se importa com seu pai, só com dinheiro. “Se quiser que eu não vá para a ilha, vai ter que me dar o dobro do que me darão: 3.2 milhões”. Bram afirma: “Não vamos te pagar nada. Nem todo o dinheiro do mundo vai tampar o buraco em você”, mandando em seguida que os demais o ponham pra fora do furgão.

Antes de partir, ele diz a Miles: “Você está jogando no time errado”. “E em qual você joga?”, devolve o médium. “No que irá ganhar”, afirma Bram, partindo.

- Na Kombi, ainda escrevendo em seu diário, Hurley conta sobre a escotilha a Miles, e ele pouco se importa para o relato. Hurley quer saber se diz que Chang está próximo de Miles no futuro, e o médium nega. “Ótimo, pois vocês têm a oportunidade de se conhecerem melhor. E talvez você possa conhecer você bebê, trocar sua própria fralda, e…”, raivoso, Miles freia o carro, e diz claramente que não quer saber de seu pai, pois ele nunca esteve por perto, e nada poderá mudar isso, pois ele morreu.

“Ele não morreu. Nós acabamos de deixá-lo”, diz Hurley. Revoltado, Miles resolve se vingar, roubando o diário de Hurley para ler sobre a vida do dude. Ao ler, há uma série de informações sobre Star Wars. “Estamos em 1977; e como O Império Contra-Ataca ainda não foi feito, pretendo enviar o roteiro dele para o George Lucas, com diversas melhorias”, justifica Hurley. Miles ironiza, dizendo que foi a ideia mais estúpida que ele ouviu. “Pelo menos não tenho medo de falar com meu próprio pai”, se defende Hurley, tomando o caderno de volta.

- Na vila Dharma, Sawyer volta para casa e Juliet está com Jack tomando um café. O médico explica ao golpista que Roger suspeita de Kate. “Como ele pensa isso?”. Juliet explica que ela parou para falar com ele, para que ele se sentisse melhor; e Jack diz que conversou com Roger, achando que ele não dirá nada a Horace por enquanto.

Jack se despede, e Sawyer o agradece pelas informações, levando-o até o jardim. Após o médico partir, Phil, o segurança, vai falar com Sawyer, pedindo para que ele vá ao escritório. “Eu sei quem roubou o menino”, garante Phil. “Quem?”, quer saber Sawyer. “Você”, diz o segurança, tirando a fita de vigilância da mochila.

Sawyer diz a ele que tem uma explicação para o que viu na fita, e o convida para entrar em casa. Ele pergunta a Phil se já falou com Horace, mas o segurança diz que não. Então, Sawyer acerta um belo soco nele, o desacordando. “Pegue uma corda”, pede o loiro a Juliet.

- Fora da ilha, Miles, com uma enorme mochila, vai visitar o pai do jogador de futebol americano. Ele diz que fará uma grande viagem de barco, e lhe devolve o dinheiro que havia cobrado, admitindo ter mentindo ao homem sobre ter falado com seu filho. Intrigado, o homem quer saber o motivo, e Miles explica: “Não é justo com seu filho: se você queria que ele soubesse que o amava, deveria ter dito quando ele ainda estava vivo”, afirma, partindo em seguida.

- Na vila Dharma, Miles e Hurley levam a Kombi à oficina para deixar a chave lá. Hurley pede desculpas por ter falado que Miles não tem coragem de falar com o pai. O dude explica que, aos 10 anos, também odiava o pai; e que a melhor coisa que fez foi dar a ele uma segunda chance. “Meu pai não me deixou aos dez. Eu era um bebê. Nunca o conheci. Não quero falar com ele. Não vai acontecer”, explica o médium.

Hurley rebate: “Foi o que Luke disse também”, explicando um pouco sobre a relação de Luke Skywalker e Darth Vader, filho e pai, que se enfrentam em um duelo em “O Império Contra-Ataca”.

- Miles vai dar uma caminhada, para perto da janela da casa de Pierre Chang, e o vê lendo um livrinho para Miles bebê. Miles se emociona. Nisso, toca o telefone na casa de Chang, e ele atende, saindo de casa. Miles tenta disfarçar, saindo de perto, mas Chang o vê.

“Miles, preciso de você.O submarino chegou ao quartel general, e preciso que vá comigo pegá-los”, diz Chang. “Novos recrutas?”, pergunta Miles. E Chang: “Não, cientistas de Ann Arbor. Pegue a Kombi e vamos para o deck”.

- Lá, enquanto cientistas chegam, Miles ajuda um a sair do submarino: é Daniel Faraday! “Dan”, diz ele, espantado. “Ei, Miles. Há quanto tempo”, diz o físico.

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Lost in Lost Responde #14

(Com SPOILERS! para quem não acompanha a série junto com o público americano)

Eu bem que disse que uma certa possibilidade que levantei há um tempo iria vingar… e de fato aconteceu: a volta da seção de perguntas e respostas acontece agora, marcada apenas por questões, possibilidades e observações levantadas por leitores do blog nos comentários de posts!

Digo que gostei bastante da experiência, que deve se repetir mais vezes nas edições do Lost in Lost Responde; e espero que vocês se divirtam também. Lá vamos nós:

“Eu acho que, quando o Sawyer disse que o Faraday tinha partido, quis dizer que ele tinha, de alguma maneira ido parar em outro tempo, sozinho. De repente, enquanto estudava a Orquídea, e já sabendo do lance das viagens no tempo, ele foi até a roda e aproveitou a energia eletromagnética (ou o que quer que seja aquilo) acumulada no local pra ser o ‘primeiro’ (considerando a linha do tempo original) viajante no tempo.

Resumindo: o Faraday foi quem gerou o interesse da Dharma pelas viagens no tempo. Foi ele quem deu início a tudo. Viajei?” (C.)

Olha, caro(a) C., concordo e discordo de você. Acho que, na cena que vimos no primeiro episódio desta temporada - aquela, em que vemos Faraday como um simples operário, trabalhando na construção da Orquídea -,ele poderia não estar ali por acaso. Como ele mesmo já sabia no futuro sobre a estação, ele deveria estar ali já bolando uma forma de usá-la para transportá-lo e os demais (Jack, Sawyer, Miles etc.) de volta ao tempo que pertencem. E nisso, sim, ele até pode ser o primeiro viajante no tempo da estação - ao lado, claro, dos que foram parar acidentalmente no passado.

Faraday na Orquídea

A parte em que discordo diz respeito ao interesse da Dharma por viagens no tempo. De novo relembro a cena de “Because You Left”, em que o assunto “viagens no tempo” já circulava nos, digamos, bastidores da Iniciativa - ou seja, o assunto não teria sido introduzido por Faraday não.

Acredito que, em “The Variable”, o 14º episódio desta temporada, possamos voltar a ver esta cena em que o cientista aparece na Orquídea; e vermos a que de fato se deveu a ausência de Daniel Faraday por esses últimos episódios. Não descarto a possibilidade de que já estivesse envolvido com a estação Cisne neste período também. Nossas respostas, creio, não devem tardar a surgir.

“Acho que a sra. Eloise deve estar tramando alguma com o Widmore. Lembram que ela disse ao Jack que o retorno deles deveria ser ‘naquele’ avião? Foi tudo tramado para que os dois podessem infiltrar seus capangas novamente na ilha. Ela deve ter sido expulsa da ilha junto com ele”. (Márcio)

Márcio, acho muito possível que possa ter havido uma parceria entre Eloíse e Widmore; no entanto, o que me chama a atenção é Ben não ter desconfiado de que Desmond tenha chegado até a mãe de Faraday graças a Charles Widmore - como de fato ocorreu.

Outra prova da ausência de suspeita da parte de Ben foi quando Jack, em pleno voo 316, perguntou a ele o que aconteceria com os demais passageiros, obtendo deles uma resposta fria: “Quem se importa?”.

Por fim, não faria mesmo muito sentido que Ben fosse cúmplice de Ilana e não a usasse para acabar com Locke. Né?

Existe ainda uma terceira suspeita: a de que Ilana e seus aliados não sejam ligados à Iniciativa Dharma, nem aos Hostis. Mas acho essa possibilidade remotíssima. Por enquanto, fico com Márcio ao achar que a morena e cia. sejam ligados a Widmore e Hakwing…

Uma última coisa: Após assistir a “Dead is Dead”, não me pareceu que Eloise tenha sido expulsa juntamente com Widmore - isso, claro, considerando que ela e a Ellie vista em “Jughead” sejam a mesma pessoa. E sobre esse assunto, reafirmo: creio que em “The Variable” teremos mais chance de saber exatamente sobre o passado de Eloise, se ela e Ellie - ha! - são de fato a mesma mulher e, em caso afirmativo, entender os motivos pelos quais ela saiu da ilha.

“Sobre a grande caixa prata de Ilana e seus homens, acho que ali deve ter uma antena ou algo do tipo, que possa emitir um sinal a Ann Arbor (cidade da universidade da Dharma) avisando que ela encontrou a ilha. Tenho certeza que ela está envolvida na guerra que Widmore disse para o Locke que haveria. Locke será a chave da vitória da ilha nesse combate”. (Paulo Roberto)”

“Minha teoria: Widmore foi líder corrupto dos Outros. Numa de suas ’saídas’, vendeu informações para a Hanso Foundation e ajudou a trazer a Dharma para a ilha. Poderia ser desta forma que ele começou a sua fortuna!” (Jefferson H.)”

Sim, Paulo, a tal guerra anunciada por Widmore a Locke pode ser mesmo a pista de que Ilana e seus comandados estão na ilha para participar ativamente dela; agora, uma antena?!? Não sei se haveria a necessidade de um novo equipamento do gênero, mas a ideia é ótima!

Por sua vez, curiosa é a hipótese levantada pelo Jefferson - afinal, o jovem Widmore não pareceu ser exatamente um ricaço. Mas aí teríamos que abstrair toda a história do apego de Widmore pela ilha, já que ele teria vendido o local; e uma traição deste tipo seria um golpe de mestre (do mal) do magnata. Difícil? Sim; mas pensar na ideia já é válido.

“Ben captura Alex, aponta a arma para ela - e havia claridade; aí, 16 anos depois ela dá uma flechada nele, e ambos parecem que nunca se viram na vida. Ele fala q não é um Outro, e ela o entrega de bandeja para seu torturado Sayid, que o tortura como Henry Gale. (…) Um furo que apareceu agora” (NOR)

Muita calma nessa hora, NOR: em “One of Them”, o episódio em que o “falso Henry Gale” aparece capturado pela francesa, ela afirma veementemente para Sayid que ele está “diante de um deles” sim!

Outra coisa: é questionável afirmar que Rousseau pôde ver Ben de forma clara naquela traumática noite; e no entanto, ainda que tenha visto, ela pode convenientemente ter fingido de ignorante, com medo de alguma represália contra sua filha.

Ben na época de falso Henry Gale

No mais, Rousseau pode ter visto em Sayid um aliado que pudesse obter informações sobre Alex sem despertar uma reação mais agressiva de Benjamin Linus; e nunca devemos descartar a insanidade da francesa - se bem que a clareza e a veracidade das informações que ela passou aos sobreviventes do voo 815, até agora, estão acima de qualquer desconfiança sobre saúde mental…

***

O debate continua. As palavras são de vocês!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Fotos promocionais de “The Variable”… com um ótimo detalhe!

(Com SPOILERS!)

O blog DarkUfo divulgou diversas fotos promocionais do 14º episódio da temporada; e separei algumas delas aí abaixo…

1) A turma reunida 2) Daniel Faraday de volta! 3) Kate, Jack e FaradayMiles, Hurley e Jin 4)

1) A turma das antigas reunida. O que houve? Só falta Faraday…
2) O físico vai reaparecer no episódio!
3) Kate, Jack e Faraday juntos - e isso prova que Sawyer/LaFleur não quis dizer que o físico tinha morrido ao dizer que ele não estava mais “entre eles”, como ouvimos no episódio “LaFleur”. Quer dizer, Sawyer pode também ter pensado que ele tinha partido mesmo, mas eu aposto que ele quis dizer outra coisa. Já, já comento…
4) Notem que, atrás do trio Miles, Hurley e Jin, outros Dharma fogem com bagagens. Veremos um conflito feio com os Hostis?

E abaixo, separei duas fotos interessantes, que trazem um detalhe em comum:

5) Radzinski e outros Dharma. E de macacões com o símbolo da Cisne! 6) Reparem bem no símbolo do macacão de Faraday: é também o da Cisne!
Fotos: Mario Perez/ABC //Reprodução: DarkUfo

Cliquem nas fotos e reparem nos símbolos dos macacões de Radzinski e Faraday: é o da escotilha Cisne! Por isso, tudo leva a crer que, em “The Variable”, vejamos a estação habitada ou, pelo menos, o início da sua construção. Eu aposto na segunda opção; e meu voto também é o de que Faraday teve uma importância fundamental na construção da estação. Né?

Ah: mais fotos aqui!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro


Uma nova leva de informações do fim de temporada

(Com SPOILERS!)

Querem mais novidades de “The Incident”, nome dos dois episódios finais da temporada? Pois um informante do blog DarkUfo trouxe várias!

Eis as informações, com meus comentários ao lado:

- Widmore vai capturar Jack e Kate - Suponho eu, o de 1977…
- Juliet e Sawyer se tornarão prisioneiros Dharma - Acabou a brincadeira de casinha…
- Jack e Kate vão apanhar dos Outros - A surra deve estar ligada à primeira informação
- Juliet, Sawyer, Jack e Kate: três deles ganharão uma passagem no submarino - Aposto em: Sawyer, Kate e Juliet.
- Ben e Sun saem pra caçar javalis com Locke - Até os mortos têm fome.
- Locke e companhia irão com Richard Alpert ao avião dos nigerianos - Em que época deve ser isso? Será que encontrarão alguém vivo?
- Locke toma seu lugar como líder dos Outros após um grande discurso - Eis aí algo que eu quero ver - desde o fim da quarta temporada, aliás.

***

E o melhor é que nem falta tanto para que vejamos isso tudo acontecer…

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Mais monstro! Mais monstro! E matemática…

(Com SPOILERS!)

Para os fãs do monstro de fumaça que (ainda) não se contentaram com a participação especialíssima e esclarecedora da criatura em “Dead is Dead”, a colunista do E!Online Kristin dos Santor traz boas novidades.

A bela jornalista disse o seguinte: “Antes do fim da temporada, o monstro ganhará uma história sobre seu passado”.

Egípcios na ilha em um incrível flashback? Já está mais do que na hora! E não estranhem se virmos Richard Alpert empunhando cetros e usando aquelas típicas coroas faraônicas…

Kristin falou também de “The Variable”, episódio que vai ao ar na próxima semana nos EUA: “A Sra. Hawking e Daniel Faraday voltarão neste episódio, o centésimo de ‘Lost’. Também presentes, Penny, Charles Widmore e Charlie Hume (filhinho de Pen e do Brotha). E sobre a tal variável do título, certamente está ligada às equações e notas do mapa da parede que vimos na segunda temporada, que trazia infrmações como ‘Composição geológica propícia a causar distúrbios magnéticos/interferências com o projeto meteorológico’ e ‘Nexo primário das atividades ligadas a Cérbero’, além da infame equação de Valenzetti”.

Alguém arrisca que possamos ver Radzinski fazendo seus primeiros rascunhos do mapa no episódio? Eu, sim! E se for de fato reaparecer, é óbvio que veremos o mapa com anotações não mostradas da primeira vez. Quem está comigo?

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

terça-feira, 14 de abril de 2009

A Raspa do Tacho de “Dead is Dead”

(Com SPOILERS! para quem não viu o episódio)

Antes que venha “Some Like It Hoth”, temos ainda o que raspar no excelente 12º da quinta temporada do episódio. E, como já é tradição, em tópicos:

Alex

- Começando de forma mais leve, a comparação entre a Alex criança e a adolescente. Não se parecem tanto…

O tabuleiro de War

- As evidências apontam para que Sun, Ben, Lapidus e cia. não tenham voltado exatamente ao tempo em que todos na ilha estavam antes de Ben girar a roda; porém, quando o ex-líder dos Outros entrou na casa, viu exatamente o tabuleiro de War na mesma posição em que fora deixado por Locke, Hurley e Sawyer. Por quê?

O container

- A ocorrência relevante dos números neste episódio foi ao aparecerem no misterioso contâiner de Ilana e seus cúmplices: 823, como vocês veem na imagem acima.

- Uma pergunta que não quer calar: quando e por que Ethan entrou para o grupo dos Outros? Minha impressão é a de que ele tinha Ben como ídolo; e o interesse do grupo de Widmore em crianças facilitou essa cooptação.

- Ponham seus fones de ouvido e comprovem: em exatos 22 minutos e 48 segundos de episódio, quando Ben entra no túnel de pedra que fica no caminho para o local de invocação do monstro, ouve-se um sussurro dizendo o nome dele. Comprovem!

- E já que falamos de sussurros, o comentário que ele fez a Rousseau associa em definitivo os sussurros ao grupo dos Outros. Mas será que podemos confiar nisso?

Our Mutual Friend: nome de barco e do livro

- Ao telefone, Ben diz a Charles Widmore que está diante de “Our Mutual Friend”. Ele fazia referência ao barco de Penny e Desmond, batizado com o nome do livro favorito do Brotha, como vimos no fim da segunda temporada e na foto acima. Num primeiro momento, o magnata não entendeu que Ben falava da embarcação, já que, em português, o nome do barco e do livro significa “nosso amigo em comum”. Teria ele pensado que Ben estava com Richard Alpert? Ou ainda, com Jacob?

- Widmore foi banido da ilha por sua conduta. E Eloise Hawking, como e por que motivo saiu? Isso, obviamente, se de fato a minha suspeita e a de tantos outros fãs da série se confirmar: a de que Ellie, a jovem vista em “Jughead” e citada em “Whatever Happened Happened” for de fato a velhinha misteriosa.

Parede do subterrâneo do Templo

- Finalmente, sobre o painel em frente ao duto de onde o monstro de fumaça saiu: não tenho dúvida de que se trata de Anúbis, o Deus egípcio da morte. Então, essa “cobra” seria o monstro de fumaça?

De qualquer forma, fica em definitivo derrubada a possibilidade de que o monstro fosse cria humana, ou pelo menos fruto de alguma experiência Dharma. De fato, há um caráter divino nele.

E surge a dúvida: até que ponto Jacob está ligado aos egípcios? De acordo com a Wikipédia, no Velho Testamento é dito que Jacó (versão aportuguesada do nome) passou seus últimos 12 anos de vida no Egito. Humm…

***

E vocês? O que faltaram dizer do episódio? Esta é a chance!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Confirmadas as informações oficiais de “The Variable”

A emissora ABC confirmou as informações sobre “The Variable”, 14º episódio da temporada, que já haviam vazado e que foram publicadas neste post.

Legal é salientar que este será o centésimo episódio de “Lost”. Excelente! Será que, por conta do número significativo, podemos esperar algumas surpresas excepcionais?

Eu só tenho motivos para esperar por um grande episódio. E alguns palpites sobre ele - com SPOILERS!, lógico - após o pulo…

Neste episódio, penso que iremos rever aquela famosa cena de Faraday chorando diante do noticiário sobre o “achado” dos destroços do voo 815, presente em “Confirmed Dead”. Lembram?

Penso que também possamos ver a cena descrita por Charlotte, em que um homem insano e parecido com Dan a advertiu para jamais voltar à ilha…

Também acho que entenderemos mais a relação entre Eloise Hawking e Charles Widmore. Aliás, qual a probabilidade de Faraday ser um filho bastardo do magnata? Vocês me dizem, mas eu não levantei a bola à toa: acredito na chance.

Por fim, o mais óbvio: saberemos por onde anda o físico. Muito já se falou e se suspeitou a respeito de sua morte, mas eu cogito outra possibilidade: e se ele usou a Orquídea para se locomover no tempo, tentando achar alguma forma para trazer de volta os que ficaram presos na Dharma dos anos 70 ao seu tempo real?

Ok, agora é com vocês. Pronunciem-se!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Podcast Lost in Lost #78

NESTA EDIÇÃO: Comentários sobre “Dead is Dead” e e-mails dos leitores/ouvintes!

Para baixá-lo, é só clicar aqui com o botão direito do mouse e escolher “salvar destino como” (ou “Save Target As” em inglês).

Para ouvir sem baixar, clique aqui com o botão direito do mouse, escolha “copiar atalho” (”copy shortcut”) e cole a URL no seu media player.

E ATENÇÃO: O ENDEREÇO DO RSS DO PODCAST MUDOU! Clique e assine o novo!

Ah, não sabe o que é RSS? Descubra aqui.

Envie as suas dúvidas, críticas, elogios, sugestões ou teorias escrevendo para lostinlost@globo.com que sua mensagem pode ser lida na próxima edição.

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

sábado, 11 de abril de 2009

Segundo promo de “Some Like It Hoth”

(COM SPOILERS!)

Sem novidades em relação ao primeiro, mas…


Postado por OfficialLost

Daqui a quatro dias a gente descobre quem é esse morto…

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Dead is Dead - morte e vida

(Com SPOILERS! para quem não viu o episódio)

“A ilha escolhe quem a ilha escolhe, e você sabe disso” (Richard Alpert)
“Só porque você vive com eles não quer dizer que não possa ser um de nós” (Charles Widmore)
“Eu quebrei as regras, John” (Ben)
“Eu penso que, às vezes, amigos podem ser significantemente mais perigosos do que inimigos, John” (Ben)
“Espero que esteja certo, Benjamin, porque se a ilha quiser que ela esteja morta, ela estará; e um dia, você estará aonde estou. Você será aquele a ser banido; e você perceberá que não pode lutar contra o inevitável” (Charles Widmore)
“Eu já vi essa ilha fazer milagres, curar os doentes, mas nunca algo desse tipo. Morto é morto. Você não volta desse estado, nem mesmo aqui. Então, o fato de ver John Locke andando por aí me apavora” (Ben)
“Eu só sei invocá-lo. Eu não sei onde realmente está” (Ben)
“Eu sei” (Locke)

“Ele me deixou viver” (Ben)

Benjamin Linus

Se existe um episódio capaz de sintetizar a essência de “Lost”, é este que acabamos de ver. Uma das excepcionais virtudes da série é mostrar as pessoas com suas virtudes e defeitos. É a porção verdadeiramente real de “Lost” em meio à toda fantasia, e que confere aos personagens camadas que os tiram por completo da simplista divisão entre bem e mal, em composições que ainda nos impressionam, como a que atende pelo nome de Benjamin Linus.

Por tudo o que já vimos, sabemos que Ben não é essencialmente mal, mas sem dúvida há nele a predominância da perversidade - que, por vezes, mascara-se com uma completa falta de sentimentos. Mas seja lá o que tiver acontecido com ele quando criança naquele subterrâneo, não conseguiu eliminar todo sentimento bom que ele poderia ter; e este resto de bondade sempre se manifestou em sua relação com Alex.

Ben e Alex

Pensando assim, fácil dizer por que ele sabia que seria julgado pela morte de sua filha: porque era através dela que se manifestava seu resto de bondade; e uma vez que ele tenha permitido que isso se fosse, o julgamento era inevitável, por mais que houvesse a intenção de fugir. Impossível: através de John Locke, a ilha não o deixaria mais escapar… como de fato não deixou. Afinal, “Lost” é uma série de imperativos; porém, antes e acima disto, uma história sobre segundas chances.

Assim, quis a sabedoria da ilha que Ben em sua vida aprendesse sobre o bem que lhe fora privado por seu pai através de sua filha; e que fosse relembrado sobre este sentimento onde um dia ele mesmo pôde salvar-se da morte.

Benjamin Linus

Ele sabe, nós vimos: em algum nível isto aconteceu de novo. Pelos passos de Locke, e pelas palavras de Alex - sim, pois foi assim que Ben o viu. Agora, que o futuro nos diga quantos homens renascidos de fato sairão daquele templo.

***

Alex, Ilana e seu golpe, Caesar, o Templo, as crianças, Sawyer - Sawyer? Sim! -, Charles Widmore e seu banimento, Penny e Desmond… Muito a ser dito sobre um dos melhores episódios da temporada - se não o melhor até aqui - no podcast Lost in Lost, que chega nesta segunda. Todos convidados a ouvir!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Podcast e videocast oficiais de Lost - novas edições

(Com SPOILERS!)

Começamos com o videocast, com uma entrevista de Evangeline “Kate Lilly falando sobre a volta de Kate à ilha. Assistam:


Postado por abclost

Saiu também mais uma edição do podcast oficial de “Lost” - que vocês ouvem aqui. Nela, os produtores executivos Damon Lindelof e Carlton Cuse falaram de “Dead is Dead” e, claro, de “Some Like It Hoth”, o próximo episódio de “Lost” nos Estados Unidos.

Acompanhe o resumo do que feito pelo colaborador do DarkUfo Hugues Delorez foi dito por “Darlton” no podcast:

- Desmond será afetado por seu tiro, e pode estar em perigo;
- Não estamos ainda certos da natureza do novo John Locke mas Ben provavelmente está de fato chocado por vê-lo vivo. Há mais por vir a respeito da “ressurreição”;
- Lindelof e Cuse disseram estar orgulhosos de “Some Like It Hoth” porque o episódio dá um bom senso cômico a “Lost”;
- Após este próximo episódio, eles nos advertem: estejam preparados para uma montanha-russa de grandes acontecimentos!

***

Quem viu “Dead is Dead” sabe que os grandes acontecimentos já estão acontecendo… E daqui a (muito) pouco, os comentários do episódio!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Mistérios sobre Miles e Hurley

(Com SPOILERS!)

A colunista do E!Online Kristin dos Santos e os fãs de “Lost” Jay e Jack têm novidades sobre os integrantes da nova dupla (cômica) da série…

Segundo Kristin, descobriremos em “Some Like It Hoth”, episódio da próxima semana, a razão pela qual Miles estava no cargueiro. Além disso, também vamos rever Naomi e saber como e se ela já esteve na ilha anteriormente…

Já sobre Hurley, a novidade envolve o case de guitarra que ele carregava em sua volta à ilha. Entrevistado no podcast de Jay e Jack, Jorge “Hurley” Garcia foi questionado sobre o assunto, e sugeriu que dentro daquele estojo não há uma guitarra, e que não podia revelar o conteúdo dele. Hummm…

Depois do promo do episódio, dá para imaginar que Miles tenha ido para a ilha por algo ligado ao seu (suposto) pai, Pierre Chang; já sobre o case de Hurley… Será que é uma encomenda de Charlie?

Interessante também a possibilidade de Naomi já ter estado na ilha. Seria ela uma Dharma? Respostas no próximo episódio…

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Por problemas técnicos…

…o post de comentários, que iria ao ar ontem, não foi. Mas hoje sai!

Obrigado pela compreensão e Namastê!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Primeiro promo de “Some Like It Hoth”

(Com SPOILERS!)

Sem mais delongas, assistam:


Postado por OfficialLost


Hurley -
Cara… Tem um saco para cadáveres aqui, com um corpo dentro.

Narrador -
Na próxima quarta…

Hurley - Apenas admita: você pode falar com pessoas mortas.

Narrador - Cada pessoa na ilha tem um objetivo…

Hurley - Você está em alguma espécie de missão secreta?

Narrador - E os objetivos dele…

Pierre Chang - Suas instruções deveriam ter chegado.

Hurley - Não se preocupe: não contarei a ninguém sobre o corpo.

Narrador - Podem trazer a resposta…

Miles - Ok, então realmente aconteceu?

Narrador - Para todos os seus destinos.

Radzinski - Pare aí mesmo!

***

Enfim um episódio centrado em Miles! E será que ele está a perigo? E quem é o morto? Seria o próprio Pierre Chang? E o que Jack faz em frente a um quadro-negro com informações sobre o Egito???

Para as duas últimas perguntas, as fotos extraídas do vídeo, que vocês ampliam clicando abaixo:

Jack e o quadro com informações sobre o Egito Miles e o cadáver

Mais um bom episódio a caminho. Que comece a contagem regressiva!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Imagens intrigantes de “Dead is Dead”

(Com SPOILERS! para quem não viu o episódio)

E lá vamos nós…

1) Charles Widmore 2) Ethan3) Mesa de Ben nas instalações da Hydra 4) Porta secreta no armário de Ben

1) Charles Widmore em duas épocas: excelente escolha, a do ator para viver a versão mais jovem do personagem!
2) Já Ethan… Poderia ter sido mais caprichada.
3) Como a mesa de Ben fica na estação que estuda os animais (a Hydra), nada mais natural que a decoração fosse feita com ossadas e espécimes empalhados…
4) A incrível porta secreta, escondida no fundo do armário de Ben. Me pergunto: quem da Dharma morava ali?

5) Parede do portal 6) Parede do portal 7)As paredes do portal

5, 6 e 7) As paredes do subterrâneo do Templo e suas inscrições. Assim que tivermos as traduções, as postarei no blog, claro!

8 ) As fendas na rocha por onde o monstro surgiu 9) O painel sobre as fendas do monstro. Seria o deus Anúbis, diante do próprio monstro?

8) As fendas na rocha por onde o monstro surgiu. Tudo leva a crer que podemos ter conhecido enfim o “duto de Cérbero” mostrado no mapa da porta da estação Cisne…
9) O painel na parede em frente às fendas de onde sai o monstro. Seria o deus Anúbis, diante do próprio ser enfumaçado?

***

Ainda nesta quinta, os comentários sobre esse episódio ESPETACULAR. Namastê!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

O Resumão de “Dead is Dead”

(Com SPOILERS!)

Em tópicos, como sempre:

- Um homem chega a cavalo no acampamento dos Outros. Ele vai tirar satisfações com Richard Alpert sobre o garoto que ele levou para o grupo. “Jacob quis”, justifica Alpert.

- O tal homem visita Ben, que descansa numa tenda. O garoto aparenta estar bem melhor, e parece não se lembrar do tiro que levou. Ele pergunta ao homem por seu pai e diz que não quer voltar para os Dharma. “Só porque você vive com eles não quer dizer que não possa ser um de nós”, diz o homem, que acrescenta que a ilha o salvou. O garoto então pergunta o seu nome. Ele responde: “Charles Widmore”.

- Corta a cena e vemos Locke acordar Ben na enfermaria da Hydra. O ex-líder dos Outros, espantado com a presença do careca, diz que sabia que ele ressuscitaria. “Então, por que a surpresa?”, pergunta o caçador. Ben explica então que uma coisa é acreditar que ele reviveria, e a outra é vê-lo vivo diante dele. “Então, por que você tentava fugir para a ilha principal?”, devolve Locke. “Para ser julgado”, diz o Outro, que, diante de uma nova questão de Locke, revela o julgador: “Não temos um nome para ele, mas acredito que você o chama de monstro”.

- Na praia, Ben, simpático, fala com Ilana e com outros passageiros do voo 316, e tem uma conversa com Caesar, que diz ao Outro que Locke afirmou que Ben o matara. “Você lembra dele no avião? Eu não. Sabe, e se ele já estivesse aqui antes de nós? Pode ser um sujeito perigoso”, insinua Ben. Mostrando a arma que havia pegado nas instalações da Hydra, Caesar diz: “Eu protejo vocês”, cumprimentando cordialmente Ben e se apresentando a ele.

- Em nova cena, vemos Ben adulto, porém mais jovem, acompanhado de um adolescente, e os dois espionam uma improvisada barraca na praia. O garoto oferece ajuda a Ben, mas ouve dele a recusa: “Cala a boca, Ethan”. Armado, Ben entra na barraca, e vê uma mulher dormindo e um bebê chorando. Atrapalhado, ele derruba uma caixinha de música. A mulher acorda - é a jovem Danielle Rousseau -, e ao tentar pegar sua arma, é rendida por Ben. “Foi você que nos infectou, não?”, pergunta ela.

Ben se aproxima do berço, pega a criança e ouve da desesperada Danielle: “Não leve minha Alex”. E Ben devolve: “Fique grata por estar viva. Se tentar me seguir, ou mesmo procurar por mim, eu te mato. E se quiser que sua filha viva, toda vez que você ouvir sussurros, corra para o outro lado”, correndo para fora da barraca em seguida e deixando a francesa em prantos.

- Em seu escritório na Hydra, Ben pega uma foto de Alex quando é interrompido pela presença de Locke, que quer conversar sobre seu assassinato. “Você antes tinha tentado sem sucesso convencer os demais a voltarem para a ilha. E eu fiz o que tinha que ser feito para convencê-los”, afirmou o Outro, dizendo que impediu o suicídio de Locke porque ele tinha informações cruciais que não poderiam morrer com ele. “Fiz o que a ilha queria que fosse feito”, diz Ben. Locke: “Eu estava esperando por desculpas”.

Sério, enigmático e com uma certa dose de incredulidade, Locke então explica que decidiu ajudar Ben a fazer o que ele ia fazer antes de ser atingido pelo remo: ser julgado. O Outro ainda tenta demovê-lo da decisão, mas o caçador devolve: “Se você está agindo pelo bem da ilha, tenho certeza de que o monstro entenderá. Vamos”.

- Na praia, Ben e Locke tentam pegar um barco, mas são interrompidos por Ceasar e outros sobreviventes do voo 316, que querem saber o que os dois pretendem. “Vamos até a ilha principal, e iremos pegar esse barco emprestado”, diz Locke. Caesar pergunta se Ben irá com ele, e o Outro diz: “Ele não me deu escolha”. Caesar ordena que Locke pare, e que conte para eles como sabe tanto da ilha. O careca insiste que irá pegar o barco, e quando Caesar tenta se aproximar, Ben saca uma escopeta - a mesma que o homem havia lhe mostrado - e acerta um tiro em seu peito. Ben afugenta os sobreviventes restantes, joga a arma para Locke e diz: “Considere isso minhas desculpas”.

- Ao chegarem ao pier da ilha principal, Locke observa que alguém parece ter chegado lá antes deles, e Ben diz que devem ser Lapidus e Sun, depois que ela o acertou com o remo. Locke perguntou se foi a coreana que machucou o braço dele, mas Ben diz que foi outra pessoa. “Você faz amigos por onde passa”, ironiza o careca, e Ben diz que pensa que amigos podem ser mais perigosos do que inimigos.

Locke lembra que ele acertou um homem desarmado, e Ben diz que Caesar estava desarmado porque ele havia roubado a arma com a qual o passageiro do voo 316 iria matar Locke. “Não faz sentido morrer duas vezes, certo?”, afirma Locke, deduzindo que eles estão a caminho da casa de Ben. “Sim. É o único lugar aonde posso invocá-lo. Uma vez que ele chegue, eu serei totalmente perdoado… ou não”, diz o Outro.

“Eu acho que você está mentindo sobre ser julgado por ter deixado a ilha e voltado, quebrando as regras. Não acho que você se importe com regras”, dispara o caçador. “Por que você acha que eu serei julgado, John?”, quer saber Ben. Locke responde: “Por matar sua filha”.

- Corta a cena, e vemos Ben e Ethan chegarem com o bebê ao acampamento dos Outros. Lá, um Charles Widmore do alto de seus 50 anos, pergunta: “Vocês fizeram?”. “Tivemos uma explicação”, diz Ben, com o bebê, manhoso, em seu colo. Widmore fica espantado com a criança e afirma que era para ter exterminado a mulher. “Ela não representa perigo, pois é louca. Além disso, você não me disse que ela tinha um bebê. O que era pra eu fazer?”, questiona Ben, e Widmore responde: “Tê-lo matado”, completando: “Tudo o que ordeno é para proteger a ilha”.

Ben, então, diz: “Você quer dizer que é isso o que Jacob quer? Tome. Você faz isso, então”, e estende a ele o bebê. Widmore observa, vira a cara e sai.

- De volta com Ben e Locke, eles chegam à vila Dharma. O careca pergunta se a mudança dos Outros para lá após o extermínio dos Dharma foi ideia de Ben. “É que não me pareceu algo que a ilha quisesse”, observou. O Outro diz que Locke não tem ideia do que a ilha quer, e o caçador rebate: “Tem certeza?”. Nisso, uma luz se acende numa casa!

Benjamin Linus diz que a luz vem da casa deles - mais precisamente, do quarto de Alex - e Locke sugere que ele vá até lá. Ao entrar na casa, ele vai até o quarto, abre a porta e… lá está Sun. Logo, Lapidus também entra.

Ben quer saber o que eles fazem ali, e Sun mostra a ele a foto de 1977 da Dharma, com Hurley, Jack e Kate. Ben parece não acreditar, e a coreana pergunta: “Então você não sabe nada sobre isso?”. O Outro quer saber quem achou essa foto, e Sun diz: “O nome dele é Christian. Ele me disse que, se eu quisesse ver meu marido novamente, que eu ficasse aqui e esperasse por John Locke”. Lapidus observa que ele está morto, mas Ben os convida a olhar para fora da casa pela janela. Eles concordam, e Locke acena para eles.

- Corta a cena, e vemos que Locke contou tudo para Sun, que crê ser impossível, mas Locke reforça, dizendo que aconteceu, embora não saiba como foi parar na ilha. Lapidus ironiza, falando da foto, e dizendo que os únicos que aparentemente podem ajudar são um assassino e um sujeito que não sabe como pulou para fora do caixão. “Sun, vamos voltar aos destroços do avião, e lá eu tento consertar o rádio e conseguir ajuda”. Locke diz a ela que, se ela voltar, ela jamais voltará a ver Jin de novo. “Eu vou te ajudar”, promete, dizendo que tem “algumas ideias” de como fazer isso.

Por sua vez, Lapidus diz que irá embora, com ou sem Sun. Ela diz que, se há alguma chance de ver Jin novamente, ela fica. “Pelo amor de Deus, fique de olho neles”, pede o piloto, saindo.

Sun quer saber como fazer para achar Jin, mas Locke diz que, antes, Ben precisa fazer algo. Sob os olhares dos dois, o Outro empurra a estante que dá acesso a seu escritório secreto; e dentro dele, abre a porta de pedra, cheia de inscrições egípcias, escondida em seu armário.

Por trás dela há poucos degraus; e na parede, uma lamparina. Ben a acende, desce os degraus e se agacha, passando por um túnel escavado na pedra. Lá, ouve-se um sussurro, que parece dizer o nome dele. O túnel dá em uma espécie de fossa com água de lama. Ele enfia a mão na água, parece destravar um ralo e a água desce por um buraco. “Eu estarei do lado de fora”, avisa Ben.

- Corta a cena para um Ben mais jovem, empurrando uma menininha no balanço. “De novo, papai”, pede ela. Nisso, Richard Alpert chega, dizendo que o submarino vai partir.

- Ben vai até o pier, em que vê Charles Widmore escoltado por dois homens armados. Eles discutem. “Não aja como se eu quisesse isso. Você que fez isso a si”, diz Ben. WIdmore: “Tem certeza de que você quer fazer isso, Benjamin?”. Ben: “Você saiu da ilha regularmente, teve uma filha com alguém lá fora. Você quebrou as regras”. Widmore: “E o que o leva a querer tomar o que é meu?”. Ben: “Eu não serei egoísta. Eu sacrificarei o que for para proteger essa ilha”. Widmore: “Você não sacrificará Alex”. Ben: “Você é que a queria morta, Charles, e não a ilha”. E Widmore, finalmente: “Espero que esteja certo, Benjamin, porque se a ilha quiser que ela esteja morta, ela estará; e um dia, você estará aonde estou. Você será aquele a ser banido; e você perceberá que não pode lutar contra o inevitável”, diz, completando que estará vigiando o pai de Alex.

- Corta a cena, e temos Ben saindo de casa, com Sun na varanda. “Aonde está John?”, pergunta o Outro, e a coreana responde: “Ele disse que tinha algo a fazer”, e que não perguntou a ele o que era. Sun então comenta que Jack deve ter mentido sobre a morte de John, pois esta é a única explicação, mas Ben nega. Ela ainda tenta argumentar, mas ele se aproxima, garantindo: “Eu tenho certeza”.

“Então você sabia que isso aconteceria com Locke se o trouxessem de volta?”, pergunta Sun; e Ben afirma que já viu a ilha fazer coisas incríveis, mas nada comparado ao que aconteceu com o careca. “Eu já vi essa ilha fazer milagres, curar os mortos, mas nunca algo desse tipo. Morto é morto. Você não volta desse estado, nem mesmo aqui. Então, o fato de ver John Locke andando por aí me apavora”, afirma. Nisso, eles ouvem um barulho na mata.

“Você deve entrar em casa, pois o que está prestes a sair desta floresta é algo que não posso controlar”, adverte Ben. Sun se levanta, mas logo eles ouvem o barulho novamente, e quem sai da mata é Locke, perguntando se Ben teve sorte. “Não apareceu ainda”, afirma o Outro. Locke sugere então que eles vão até o monstro, mas Ben pondera: “Não funciona assim. Eu só sei invocá-lo. Eu não sei o que realmente é”. E Locke: “Eu sei”.

- Ao preparar uma tocha, Locke diz a Sun que também acha estranho tudo aquilo, mas garante que é o mesmo de sempre. Ben se aproxima, e os três partem.

- Corta a cena para um flashback. Caminhando em uma marina, Ben liga para Widmore. Ele diz que voltará à ilha, mas o magnata diz que o local não deixará que isso aconteça, pois há vinte anos ele tenta fazer isso. “Eu vou realizar o que você não conseguiu, logo depois de fazer uma coisa: matar sua filha”, afirma, observando de perto Penny no barco dela e de Desmond.

“Não ouse fazer isso”, diz Widmore, mas Ben se despede, desligando e caminhando.

- Mais um corte, e lá estão Ben, Locke e Sun na mata. O Outro quer saber como Locke sabe para onde está indo, e o careca afirma que Ben está incomodado por ter perguntas para as quais não tem respostas, seguindo alguém por onde for. “Não, não gosto”, concorda Ben. “Agora você sabe como era ser eu”, diz o caçador. E eles seguem.

Ben diz: “Acho que sei aonde você está me levando: para o mesmo lugar em que me trouxeram quando era criança. Onde a ilha me curou”. Eles então chegam ao local que abriga o monstro, e Locke comenta: “Espere que ela seja generosa por agora”. “O que é isso?”, pergunta Sun, ao ver a construção. E Ben: “É o portal de nosso Templo, construído para impedir que pessoas como vocês o vissem”.

Locke então avisa: “Nós não vamos para seu templo, Ben”. E, olhando para o buraco sob ele, diz: “Vamos para baixo dele”. Sem esconder temor, Ben concorda, mas diz a Sun: “Te peço um favor: se você sair desta ilha, diga a Desmond que sinto muito”. Ela quer saber por que pedir desculpas ao brotha, e o Outro diz: “Ele saberá o motivo”. Ben, então, entra no buraco, seguido por Locke.

- Fora da ilha, de volta à marina. Ben caminha em direção ao barco em que Penny está. Perto dele, em um carro, Desmond o vê e pergunta o que está fazendo ali. Ben atira nele, acertando-o no braço. Alarmada, Penny grita para Desmond, mas Ben a manda ficar quieta, apontando a arma para ela. Ele se apresenta, pede desculpas por envolvê-la no tumulto, explica que Widmore matou sua filha e que está ali por isso. E quando ele está prestes a atirar nela, surge Charlie, o filho da loira e de Des, chamando por sua mãe.

Penny o manda entrar no barco. O menino insiste em sair, e ela repete a ordem, desta vez atendida. Aparentemente sensibilizado, Ben abaixa arma; e subitamente, surge Desmond, o empurrando e caindo com ele no cais. Eles brigam, Desmond derruba a arma de Ben no mar e dá uma surra no Outro, o jogando n’água.

- De volta à ilha, vemos Lapidus chegando à ilha da Hydra. Um sobrevivente do voo 316 vai até ele, dizendo que Ilana e os demais acharam armas. “Eles disseram que estão no comando agora”, diz o homem.

O piloto vai até Ilana, que o rende, perguntando: “O que se esconde na sombra da estátua?”. Lapidus diz não entender, e um homem ao lado dela o manda responder a pergunta. Ele diz não ter ideia, e ela dá uma coronhada nele, que cai. “Pegue os outros, diga que chegou a hora e o amarre”, ordena Ilana a seu companheiro, que atende. Ela ainda diz que Lapidus irá com eles.

Longe dali, Locke e Ben acendem tochas no subterrâneo do Templo e seguem caminho. Ben comenta que Locke estava certo sobre o motivo do julgamento. “Me deram uma escolha: ou eu saía com eles, ou minha filha morria. Tudo o que tinha que fazer era sair da casa e ir com eles. Então, você estava certo. John, eu matei Alex, e agora tenho que responder por isso”, diz Ben, agradecendo ao caçador por ter mostrado o caminho para ele, mas que dali em diante ele segue sozinho. Locke concorda.

“Te encontro do lado de fora, se viver”, grita Ben, caindo em seguida em um buraco que se abre no piso que se quebra com seu peso. Locke vai ao buraco e observa Ben, caído. O careca diz que vai tentar achar algo para tirá-lo dali, e parte, sem ouvir Ben pedindo para que espere.

Ben então ouve o barulho do vento, levanta e caminha. Nas pilastras do local há hieróglifos, e a construção parece um sarcófago, ou o interior de uma pirâmide. Ben olha para as paredes, espantado, até chegar a uma espécie de altar, em que vemos um painel talhado na rocha, com o que parece ser um deus egípcio diante de uma cobra. Logo, ouve-se o barulho do monstro de fumaça. No chão, vemos uma rocha com vários furos,e Ben olha para ela.

Logo, sua tocha se apaga, e vemos o monstro de fumaça sair dos furos da pedra. Aos poucos, a fumaça vai cercando Ben, e sua “cabeça” atravessa a dele, para depois envolvê-lo. Ben vê e ouve, projetadas no monstro, cenas de sua vida: o momento em que ele levou Alex bebê a Charles Widmore; ele, empurrando Alex no balanço; Alex adolescente, dizendo que o odiava e perguntando se as pessoas do cargueiro eram mais perigosas do que ele; ela, rendida por Keamy, chorando; ele, dizendo a Keamy que Alex não era a sua filha, e o mercenário a matando. Ben está visivelmente emocionado.

De repente, o monstro começa a retornar aos buracos de onde saiu, e a tocha de Ben se reacende. “Papai?”, diz uma voz a ele, que se vira e vê Alex. Ele pede desculpas a ela, dizendo que foi tudo culpa dele. “Eu sei”, diz ela, que instantes depois o empurra contra a parede e o avisa: “Eu também sei que você tentou matar John Locke. Portanto, se você encostar nele, eu vou te caçar e te destruir. Você vai ouvir cada coisa que John Locke disser e seguir todas as suas ordens. Entendeu?”.

Ben concorda,balançando a cabeça, mas Alex o manda dizer. “Eu o seguirei. Eu juro”, diz Ben. Ela o força contra a parede, o largando; e ouvimos de novo o barulho do vento. Logo, Ben abre os olhos, quase chorando, e ela se foi. Instantes depois, Locke grita por ele, estendendo um cipó para baixo do buraco.

Espantado, Ben olha para ele. “O que aconteceu?”, pergunta o careca. “Ele me deixou viver”, responde o Outro, ainda embasbacado, olhando fixamente para Locke.

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Nova dica sobre “Some Like It Hoth”

(Com SPOILERS!)

O site inglês What’s On TV deu uma nova informação sobre o 13º episódio da quinta temporada…

Em sua sinopse, além das informações que já haviam sido divulgadas, temos a seguinte: “Miles é solicitado para entregar um pacote a um funcionário sênior da Dharma, e flashbacks mostram como ele se tornou parte da operação de Widmore para tirar Ben da ilha”.

Concordo com meu amigo Davi Garcia, do Dude, We Are Lost!: acho que Miles vai levar o pacote a Pierre Chang - que deve ser mais conhecido pelo médium como “papai”. Né?

Miles is asked to deliver a package to a senior Dharma operative as flashbacks reveal how he came to be part of Widmore’s operation to retrieve Ben from the island.

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Duas cenas de “Dead is Dead”

(Com SPOILERS!)

Para os que ainda não as viram, duas cenas do episódio de “Lost” desta quarta:

Ben - Meu Deus…! Você está vivo!

Locke - Sim, estou.

Ben - Eu sabia! Eu sabia que isso iria acontecer!

Locke - Então, por que está tão surpreso em me ver?

Ben - Porque uma coisa é acreditar, John; a outra é ver!

Locke - Então, por que você quis escapar para a ilha principal?

Ben - Eu quebrei as regras, John. Eu voltei para ilha, eu iria responder pelo que fiz, eu ia ser julgado.

John - Julgado? Por quem?

Ben - Eu não tenho um termo para descrevê-lo, mas creio que você o chama de monstro.


vídeos postados por 2xJohnnyx2

Locke - Foi ideia de quem vir morar nestas casas?

Ben - Com licença?

Locke - Bem, seu povo morava na floresta e então após matarem os Dharma vocês mudaram pra cá. Pensei que pudesse ter sido ideia sua.

Ben - Você a desaprova, John?

Locke - É que não parece algo que a ilha pudesse querer.

Ben - Você não tem ideia do que a ilha quer.

Locke - Você tem certeza disso?

Ben - Sim, e aquele era o quarto de Alex.

Locke - Bem, suponho que você deva entrar e checar.

* * *

Um pedido: aos que viram o episódio ao vivo pelo streaming, por favor não contem spoilers; mas podem avaliar o episódio…

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

terça-feira, 7 de abril de 2009

A Raspa do Tacho de Whatever Happened, Happened

(Com SPOILERS! para quem não viu o episódio)

Finalmente, aquela raspadinha final no (pouco) que restou para falarmos do 11º episódio da temporada!

- Houve duas ocorrências dos números no episódio: além do (já visto) mostrador do celular da Kate com o telefone de Jack, quando ela diz a Carole Littleton que Claire estava grávida de oito meses na época do acidente do voo 815;

Kate e Roger Linus

- Em “Whatever Happened Happened”, episódio em que paternidade e maternidade foram temas, Roger Linus admite suas falhas, mas joga a culpa na falta de uma mãe para Ben - o que só reforça a Kate que ela está certa em ter voltado.

- Mais uma vez Kate apareceu ouvindo a cantora country Patsy Cline. Quando ela está indo para a casa de Cassidy pela primeira vez, o rádio toca “She’s Got You”, canção de Patsy. A mesma música tocou em “Eggtown”, na casa da sardenta.

Detalhe: Patsy Cline morreu em um acidente de avião, ocorrido em 1963.

- Duas duplas de mulheres de Sawyer se unem no episódio: fora da ilha, Kate e Cassidy; nela, Juliet e Kate.

- Cassidy ironiza o dinheiro de Sawyer junto a Kate; mas será que ela sacou o dinheiro que Sawyer deixou para ela ao sair da prisão, como vimos em “Every Man For Himself”, episódio da terceira temporada? Eu acho que sim…

Kate e Aaron no supermercado

-Por fim, apenas uma curiosidade relacionada a fatos interligados: se Jack não ligasse pra Kate, Kate não perderia Aaron, não iria conversar com Cassidy que, por sua vez, não mostraria pra ela que ela dependia de Aaron. Assim, talvez - talvez! - Kate não fosse até Carole Littleton, não entregaria o menino para ela e não descobrisse um objetivo para ir à ilha.

Conclusão? De um jeito “torto”, Jack pode ter mesmo convencido a sardenta a voltar…

***

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Mortes, romance e fim de temporada

(Com SPOILERS!)

A colunista do E!Online Kristin dos Santos respondeu três perguntas sobre o futuro de “Lost” - e as questões envolvem os três assuntos citados acima…

Nas respostas, Kristin disse que:

- Sawyer e Kate não voltarão a ficar juntos na quinta temporada; mas, na sexta, “vocês gostarão do que verão”;

- Jack e Sayid NÃO são candidatos a morrer no fim desta temporada;

- E ao comentar sobre “Fork in the outlet” (”Garfo na tomada”), o apelido da cena mais importante de “The Incident”, o episódio final, ela disse que os sobreviventes devem ter problemas com o poder eletromagnético da Ilha, para retornar ao futuro ou libertando o monstro de fumaça. E ao falar da criatura, lembrou o comentário de Michael “Ben” Emerson, em que ele disse achar que o ser tem a ver com as cinzas que cercam a casa de Jacob. Humm…

Será que algo acontecerá com o monstro neste tal incidente? Opinem!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

O nome da cena mais importante do fim de temporada!

No novo podcast oficial de “Lost” - que vocês ouvem aqui -, os produtores executivos Damon Lindelof e Carlton Cuse deram o nome da cena mais importante do fim desta quinta temporada…

Anotem aí: “fork in the outlet” - ou, em bom português, “garfo na tomada”.

Alguma dúvida de que essa descrição - que, obviamente, se refere a um curto-circuito violento - se refere ao tal incidente ocorrido na estação Cisne?

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Três novas informações do fim de temporada!

(Com SPOILERS!)

Mais uma fonte do blog DarkUfo deu um trio de infos sobre o episódio final deste quinto ano:

- Eloise Hawking será interpretada por uma nova atriz: Alice Evans, que viverá a mulher em idade adulta;

- O casamento que será mostrado no último episódio será mesmo de Jin e Sun;

- E sabem quem estará na cerimônia? Jacob!

***

Jacob: presentes em vários momentos cruciais da vida dos passageiros do voo 815…

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Podcast Lost in Lost #77

NESTA EDIÇÃO: Comentários sobre “Whatever Happened, Happened” e e-mails dos leitores/ouvintes!

Para baixá-lo, é só clicar aqui com o botão direito do mouse e escolher “salvar destino como” (ou “Save Target As” em inglês).

Para ouvir sem baixar, clique aqui com o botão direito do mouse, escolha “copiar atalho” (”copy shortcut”) e cole a URL no seu media player.

E ATENÇÃO: O ENDEREÇO DO RSS DO PODCAST MUDOU! Clique e assine o novo!

Ah, não sabe o que é RSS? Descubra aqui.

Envie as suas dúvidas, críticas, elogios, sugestões ou teorias escrevendo para lostinlost@globo.com que sua mensagem pode ser lida na próxima edição.

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

domingo, 5 de abril de 2009

Novo promo de “Dead is Dead”

(Com SPOILERS!)

Assistam:


postado por OfficialLost

Está chegando a hora do julgamento!

* * *

Por estar trabalhando neste finde, podcast só mesmo amanhã. Namastê!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

sábado, 4 de abril de 2009

No Templo…

(Com SPOILERS!)

O informante do blog DarkUfo oculto sob o pseudônimo de “Could be a cracker head” deu novas informações de uma gravação do fim de temporada envolvendo Locke, Ben e outro sujeito - e os três dentro do Templo!

Leiam o relato: “O templo tem estilo egípcio, com largas colunas em torno de um tipo de pira no meio e tochas na parede. Há tapeçaria com figuras egípcias na parede. No alto, alguns seres aparecem venerando um sol com um olho no meio e os raios de sol têm mãos neles. Próximo à tapeçaria há uma roda que gira - seria a ‘prima’ da roda congelada?

Não pude ficar para a filmagem mas sei que vi Terry ‘Locke’ O’Quinn, Michael ‘Ben’ Emerson e um sujeito de barba que não reconheci à distância. Havia roupas ensanguentadas, uma faca e extintores sendo usados na área; então acho que isso significa que algo irá abaixo”, disse o informante.

Um templo egípcio, um monstro de fumaça que se esconde num lugar de paredes com inscrições, o contador com hieróglifos… Como e por que os egípcios seriam ligados à ilha? Eu sigo com aquela minha velha teoria…

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro


sexta-feira, 3 de abril de 2009

“Whatever Happened, Happened” - Fazer o que deve ser feito

(Com SPOILERS! para quem não viu o 11º episódio da quinta temporada)

“Kate, você acabou de me contar que você e seus amigos inventaram a história para o mundo todo sobre o que aconteceu naquela ilha e não me diz a verdade sobre isso? Por que você está mentindo sobre ele?”(Cassidy)
“Porque eu preciso”. (Kate)
“Se você não voltar comigo, Jack, o garoto irá morrer” (Sawyer)
“Então, ele morre” (Jack)
“Quando estivemos aqui antes, passei todo o meu tempo tentando consertar as coisas; mas você já parou pra pensar que talvez a ilha quisesse consertar as coisas, e que talvez eu estivesse me metendo no caminho dela?” (Jack)
“Claire se foi, e ele precisava de mim” (Kate)
“Você precisava dele. Sawyer partiu seu coração” (Cassidy)
“Aquela criança é Ben” (Jack)
“Não é Ben ainda. É só uma criança” (Juliet)
“Eu voltei porque estava tentando salvar vocês” (Jack)
“Não precisávamos de salvação! Ficamos bem por três anos. Você voltou por você” (Juliet)
“Ele é seu neto; e sua filha, Claire, está viva” (Kate)
“Aonde você vai?” (Carole Littleton)
“Olá, Ben. Bem-vindo de volta ao mundo dos vivos” (Locke)

“Eu vou voltar para achar sua filha” (Kate)
“Se eu o levar, ele jamais será o mesmo novamente (…) O que quero dizer é que ele esquecerá o que aconteceu, e a inocência dele acabará. Ele sempre será um de nós” (Richard Alpert)

Kate

O novo episódio desta quinta temporada de “Lost” nos trouxe duas histórias dividindo o foco central - ambas protagonizadas pela mesma personagem. Mais uma vez, tivemos Kate Austen radiografada em situações distintas mas que guardam semelhanças entre si. Histórias que nos mostram uma pessoa em transição entre vontade própria e doação, entre egoísmo e altruísmo; e que também nos reforçam que, na ilha, passado e presente, para aqueles que voltaram, não estão sempre separados.

Já disse isso várias vezes, mas repito por necessidade e gosto: a maior beleza de “Lost” está em ser uma série sobre pessoas. E quando o forte (e espetacular) apelo do mistério se ausenta, essa verdade reluz ainda mais. Excepcional, por exemplo, é perceber que, ao contrário de Jack, Kate de fato só foi para a ilha quando encontrou um motivo para tal - que, por sinal, não é Sawyer, da mesma forma que Jack não era exatamente um motivo para que ela saísse de lá. Na verdade, como o golpista sempre observou, Kate não tinha motivos para partir - talvez o único grande impulso motivador fosse justamente ter ouvido isso de Sawyer, já que Kate praticamente fugia por reação. E após sua última escapada, a da ilha, a que realmente não tinha sentido algum, é que ela percebeu que não queria mais estar só.

Kate e Aaron

Não concordo com Cassidy quando ela insinua que Sawyer teria sido o único motivo para que Kate visse Aaron como filho e objeto de seu amor. A carga de Kate era muito mais pesada do que isso - e se a ex-amada de Sawyer naturalmente não sabia disso, nós temos tudo para entender que a carência dela era bem mais complexa. Um vazio preenchido por um sentimento que, mais do que fazer doer a consciência, se impôs como a razão real para querer voltar à ilha em sua forma mais bela. E assim, espantosamente, Kate, que inicialmente não queria voltar, o fez com mais consciência do que Jack, com mais segurança do que Sun. Kate sabe quem salvar.

Longe do mundo exterior, diante de Kate e dos demais, vimos também o sociopata do futuro convertido em um menino frágil, prestes a morrer. De novo: o que surgiu como o pesadelo de uma suposta e catastrófica chance de mudar o futuro - pensamento que Kate chegou a expor e que é essencialmente individualista -, tornou-se prática através dela e de Sawyer como altruísmo. Vejam que espetacular: como nós, espectadores, sabemos que o amanhã não pode ser mudado, cabe aos roteiristas nos surpreenderem com as reações e pensamentos dos personagens sobre suas respectivas participações na construção deste futuro já escrito. Jack ouviu Miles. Kate também. Jack recusou-se a salvar Ben por acreditar que ele invariavelmente escaparia da morte e, principalmente, sem que ele colaborasse com isso; só que, quase que paradoxalmente, foi o “não” de Jack que causou a iniciativa de Kate em ajudar o menino. E o que é mais estranho: a omissão de Jack em ajudar um garoto à beira da morte ou o amparo de Juliet, Kate e Sawyer em criar um monstro?

É assim que “Lost” escolheu desfilar a sua complexidade neste quinto ano até aqui: no paradoxo em que ações voluntariamente escolhidas demonstram ser, ao mesmo tempo, rigorosos cumprimentos do que se chama destino. Antes, a questão era tentar vislumbrar os fins para se concordar ou não com os meios; agora, com os eventos já consolidados, são os meios que se sobrepõem. E no caso de Ben, não adianta: todos do passado tiveram sua participação no homem em que ele se tornou. O que muda é a escolha da natureza dessa colaboração.

Kate e Ben
Para a ilha, o que aconteceu, aconteceu; até certo ponto, a história não pode mesmo ser mudada. No entanto, em termos individuais, os sobreviventes não são pessoas que se tornaram, mas que estão se tornando. Ao mesmo tempo, coexistem uma grande história já escrita e outras, individuais, que ainda estão sendo escritas. E assim como Sawyer e Juliet, sabe Kate Austen que é melhor acreditar em que a ilha esteja permitindo que se escolha a forma com que cada um faça o que deve fazer. Desta forma, vence mais e melhor quem age do que quem se esconde; e feliz de Kate Austen, que preferiu abafar a culpa e o medo com o amor.

***

Goodspeed, Alpert, o monstro de fumaça, Ben, Roger, Miles e Hurley… Tenho muito mais assuntos para comentar no podcast Lost in Lost, que deve chegar no fim de semana. Namastê!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

quinta-feira, 2 de abril de 2009

A salvo… ou não!

(Com SPOILERS!)

O assunto volta a ser a falada morte de fim de temporada. Uma fã de “Lost” fez uma pergunta a respeito de uma personagem à colunista do E!Online Kristin dos Santos… e a jornalista livrou-a da lista de aspirantes a vítima.

A pergunta foi a seguinte: “Claro que você não vai me dizer quem morrerá, mas poderia me dizer que não é Penny?”. E Kristin: “Não é Penny”.

Seria isso um sinal de que Penny está a salvo? De jeito nenhum. Bom lembrar que a pergunta foi sobre a vítima do fim de temporada - que, de fato, não será Penny, pois já foi dito que o adeus será de um personagem do primeiro escalão da série.

Ah! E bom lembrar que, em “Dead is Dead”, o próximo episódio nos EUA, deve mostrar aonde Ben conseguiu todo aquele sangue ao ligar pra Jack antes do voo 316 - e suspeita-se de que ele tenha ido cumprir a promessa feita de eliminar Penny…

O que acham? Eu acho que Penny ainda corre risco.

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Três homens, algo (a mais) em comum

(Com SPOILERS!)

O colunista da Entertainment Weekly Michael Ausiello confirmou uma informação sobre “The Incident”, episódio final da quinta temporada!

“Veremos que o cara que pode ou não viver Jacob foi testemunha de momentos cruciais das vidas de Locke, Sawyer e Sayid antes de eles chegarem à ilha”, disse.

Sabíamos de Sawyer, Locke, mas… Sayid? Bom, acho que Jacob o viu na morte de Nadia. Se é pra arriscar, é esse o meu palpite. O que acham?

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

National Geographic

(Com SPOILERS!)

Marvin Duck Washer, informante do blog DarkUfo, contou boas informações para quem ama a mitologia de “Lost”…

Leiam o que ele diz: “Os rumores sobre vermos mais da estátua são verdadeiros, e tem mais: vamos ver o lado de DENTRO do Templo. O set é fantástico e, para entrar no local, as pessoas precisam se molhar um pouco”.

Calma que tem mais! Segundo Marvin, Richard Alpert e Jack foram vistos dentro do Templo, ao lado de uma loira - “Talvez Juliet?”, questionou.

Espetacular!!!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

Primeiro promo de “Dead is Dead”

(Com SPOILERS!)

É clicar para assistir:


Postado por OfficialLost

Locutor - Desde que ele entrou em suas vidas…

Ben - Eu quebrei as regras, John.

Locutor - Todo sobrevivente rezou para que esse momento acontecesse.

Ben - Eu voltei à ilha para ser julgado.

Locutor - Na próxima quarta…

Ben - Nenhuma outra palavra!

Locutor - Para o homem mais perigoso da ilha…

Ben - Fique grato: você ainda está vivo!

Locutor - O dia do julgamento chegou.

Ben - O que está prestes a sair daquela floresta é algo que não posso controlar.

***

Que tal uma visita ao lar do monstro de fumaça ao lado de Locke e Ben? E descobrir o que aconteceu com o ex-líder dos Outros no pier em que, todo ensanguentado, ele ligou para Jack antes de pegar o voo 316? Pois é o que parece que teremos no próximo episódio! E ainda: Ilana acertando… Lapidus? E rever a jovem Danielle Rousseau?

Algo me diz que estamos a uma semana de um dos melhores episódios desta quinta temporada. Segurem-se!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

As imagens intrigantes de “Whatever Happened, Happened”

(Com SPOILERS! para quem não viu o 11º episódio)

Desta vez, foram poucas as imagens curiosas do episódio: apenas três. Cliquem abaixo para ampliá-las:

1) Aaron e a mulher loira no supermercado 2) Clementine e seu pai, Sawyer 3) Richard Alpert leva Ben para o esconderijo do monstro de fumaça

1) De costas, a mulher que achou Aaron no supermercado parecia Claire. Aposto que Kate pensou ser ela, nem que tenha sido por um instante só…
2) Clementine se parece bem com o pai, Sawyer. Não?
3) Ben, levado por Richard Alpert ao esconderijo do monstro de fumaça? Então, foi o ser que curou o garoto? Tudo leva a crer que sim!

E mais tarde tem meus comentários do episódio. Namastê!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro

O Resumão de “Whatever Happened, Happened”

(Com SPOILERS!)

Em tópicos, os acontecimentos mais importantes deste 11º episódio:

- Jin acorda com o chamado de Phil pelo rádio. O coreano conta que foi atacado pelo hostil. Ao desligar, encontra Ben ferido, e sussurando: “Ajude-me”. Rapidamente, o põe na Kombi e parte.

- Na Vila Dharma, Horace Goodspeed mobiliza seu grupo para estar em alerta, garante que LaFleur está atrás do fugitivo e diz que o Hostil causou o acidente com a Kombi para distrai-los e fugir. Jack pergunta a Goodspeed como o prisioneiro poderia ter feito isso, e o homem diz que ele foi ajudado por alguém da própria Dharma.

- Perto dali, Kate ajuda um homem a tirar a Kombi da casa incendiada. Ele nota que, apesar de trabalhar na oficina, ela está pouco familiarizada com o guincho, mas diz que isso é normal. Amistoso, o homem se apresenta a ela: Roger Linus.

Nisso, Jin chega, para a Kombi e salta, pegando Ben e levando o menino nos braços. Roger reconhece - “É meu menino!” -, indo atrás dos dois. Kate observa.

- Fora da ilha, vemos Kate chegar a uma casa de carro, e pegar no banco traseiro um Aaron ainda bebê de colo. Ela toca a campainha e quem a recebe é Cassidy, a ex de Sawyer! Ela diz que reconheceu a sardenta dos noticiários do voo 815, e fica espantada com Aaron ter sobrevivido ao acidente. E logo Kate diz o que fora fazer ali: “Sawyer me mandou”.

- Corta a cena, e Cassidy diz: “Então, o filho da puta ainda está vivo?” - ou seja, Kate contou a ela a verdade sobre os sobreviventes do voo 815. A sardenta também levou um envelope cheio de dinheiro para Cassidy, e a mãe de Clementine, a filha do golpista, pergunta se foi isso o que ele mandou Kate fazer. A ex-fugitiva diz que ele pediu pra que tomasse conta da menina - que, segundo Cassidy, dorme no berço. “Quer que eu a acorde?”, pergunta Cassidy, irônica.

Kate ensaia partir, mas Cassidy intervem: “Por que você está me contando tudo isso?”. E Kate diz que foi por que ele queria que Clementine soubesse que o pai dela se importava. Cassidy então pergunta por que Sawyer não voltou, e Kate conta o atitude heroica que ele tomou ao saltar do helicóptero. A ex de Sawyer diz que na verdade ele foi covarde, porque estava tentando fugir de Kate. “Ele sabia que tinha uma filha, e nunca moveu um dedo para ligar pra ela”, justificou, indignada, dizendo em seguida que tem simpatia por Kate pois já viveu uma situação semelhante com Sawyer.

Em seguida, Cassidy pergunta se Aaron é filho de Sawyer. Kate diz que estava grávida antes de conhecê-lo, mas a ex do golpista dispara: “Esse não é seu filho, né?”. E emenda: “Kate, você me contou que você e seus amigos inventaram uma história pro mundo todo sobre aquela ilha, então por que mentir sobre o bebê?”. E vem a resposta: “Porque eu preciso”.

- Na ilha, Kate desce até a sala de monitoramento, em que Sawyer procura Sayid nos monitores. Ela fala que o menino atingido era Ben, e Sawyer a manda ficar quieta. Nisso, eles são interrompidos por Horace Goodspeed, Miles, Phil e Jin. O líder Dharma estranha a presença de Kate, mas Sawyer consegue contornar a situação, dizendo que ele estava perguntando a ela se viu algo suspeito. Kate sai, e Horace ordena que eles vão revistar a cela de Sayid.

- Lá, eles veem a chave pendurada, e Sawyer diz que é de um zelador. Goodspeed lembra que eles só têm três zeladores: Roger (Linus), Lily e o novo cara, Jack. Sawyer sai com Miles para falar com Jack.

Longe dos demais, Sawyer fala para Miles reunir Jack, Hurley e Kate e pô-los numa casa. “Não os quero falando com mais ninguém”, diz o golpista. Miles obedece.

Sawyer vai à enfermaria Dharma, e na porta encontra com Roger, que disse que Juliet o mandou esperar ali. Antes de entrar, o golpista pede as chaves de Roger, mas ele não está com elas. “Não se preocupe com isso”, diz o golpista, entrando na enfermaria.

Lá dentro, Juliet diz que as coisas não estão nada boas para o menino, e que eles não conseguem parar a hemorragia. “Ele precisa de um cirurgião de verdade”, diz ela a Sawyer. O golpista, então, parte.

- Em uma casa, Miles insinua para Jack, Kate e Hurley que a ideia de mantê-los presos foi de Sawyer. “Ele só está fazendo o trabalho dele”, defende Kate. Enquanto isso, Hurley olha para suas mãos, e diz que está checando se estão desaparecendo, pois se Ben morrer, todo o futuro será alterado, e eles deixarão de existir. Miles explica que as regras não funcionam deste jeito, que o tiro de Sayid em Ben sempre aconteceu e que, uma vez que ele apareceu são no futuro da ilha, Ben não corre perigo.

- Nisso, Sawyer chega à casa, pedindo pra que Jack o acompanhe, pois o garoto precisa que algum médico extraia a bala e pare a hemorragia… mas o dr. Shephard se recusa, para espanto de todos. “Se você não for comigo, o garoto morrerá”, alega Sawyer. “Então, ele morre”, diz Jack.

- Kate olha pela janela e vê Sawyer falando com Roger. Então, pergunta a Jack por que ele não atenderá Ben. O médico diz que confia na explicação de Miles, e diz a ela que, no futuro, ele já operou Ben uma vez a pedido dela, para salvar a vida de Sawyer. “Eu não farei isso novamente”, afirmou.

A ex-fugitiva, então, diz que, por terem levado Sayid de volta, foram eles que causaram essa situação. E Jack cogita ser possível que, por si só, a ilha talvez desse conta dos acontecimentos sozinha, sendo que, nisso, ele apenas interferiu nos acontecimentos. “Eu não gosto do novo você. Gostava do antigo”, afirma a sardenta, mas Jack nega. Indignada, aproveitando a distração de Miles, ela sai da casa.

- Corta a cena para Juliet, que observa Ben, enfaixado e respirando com dificuldade. E Kate vai até ela, disposta a doar sangue para o garoto.

Enquanto tira o sangue de Kate, a médica comenta sobre a recusa de Jack em ajudar Ben, e pergunta se algo aconteceu com eles dois. “Estávamos noivos. Isso conta?”, diz Kate. Nervoso, Roger as interrompe, entrando na enfermaria e perguntando por Ben. Ele fica com Kate enquanto Juliet vai checar como está Ben.

O zelador conta a Kate que o menino roubou suas chaves para libertar o prisioneiro. “Por que ele faria isso?”, pergunta Kate. E Roger: “Por minha causa”. Ele diz que pensou que seria o melhor pai, mas que as coisas não saíram desse jeito. “O menino precisa de sua mãe”, afirmou, instantes antes de Ben entrar em colapso.

Dando oxigênio ao garoto, Juliet ordena que Roger saia, e ele é levado para fora por Kate, que vê o atendimento.

- Corta para Hurley, que tira dúvidas sobre a linha do tempo com Miles. O médium afirma que tudo aquilo ali já aconteceu. “Então, o que vou dizer em seguida?”, pergunta o milionário. Miles explica: “A nossa conversa já aconteceu, mas não para nós. Para nós, ela está acontecendo agora”, acrescentando que, desde que girou a roda, o tempo na ilha deixou de ser uma coisa linear.

Ao continuar a discussão, Miles dá uma arma a Hurley, pedindo que atire nele. O gorducho nega, temendo que ele possa morrer, e não voltar à ilha no cargueiro décadas depois. “Eu não posso morrer!”, afirma Miles, seguindo em sua teoria. E Hurley, então, insiste: “Se isso tudo já aconteceu na história, por que Ben não lembrou de Sayid, o cara que atirou nele quando criança?”. Miles, intrigado, admite: “Não tinha pensado nisso”.

- Do lado de fora da enfermaria, Juliet diz a Roger que Ben está estável, e pede que ele vá à estação médica buscar suprimentos. Quando ele sai, Juliet afirma que o garoto vai morrer, pois ela não pode curá-lo. E, no meio do desespero das duas, a loira afirma que talvez os Outros possam fazer algo pelo menino.

As duas então põem o menino numa Kombi, e Kate resolve levá-lo sozinha. “Você tem uma vida aqui; e se Sawyer visse que te envolvi nessa, me mataria”, justifica a sardenta, dizendo que dará conta da missão. Por sua vez, Juliet diz que, quando perceber que o garoto não está lá, Sawyer vai querer saber o que aconteceu, mas que ela vai fazer com que Kate ganhe algum tempo; e deseja boa sorte a Kate.

- Fora da ilha, revemos a cena em que Kate, enfurecida, parte de carro logo após o encontro com Ben, Sayid, Sun e Jack no porto - a reunião em que acreditou que Jack só havia se aproximado de Aaron para tentar levá-los para a ilha. Ao sair de lá, Aaron pede leite pra ela, e os dois vão a um supermercado.

Dentro do mercado, o telefone de Kate toca. Ela solta a mão de Aaron e olha para o aparelho, que mostra o número de Jack, mas ela não atende. Nisso, ela vê que Aaron não está ao seu lado. Desesperada, ela procura o menino sem encontrar… até avistá-lo com uma loira, que aparentemente caminhava com Aaron rumo à saída do local.

“Esta é a sua mãe?”, pergunta a mulher. Kate abraça o menino, e a mulher diz que faria um anúncio solicitando a presença de Kate pelo alto-falante. A sardenta não acredita muito nela, mas agradece, e a mulher vai embora. “Está tudo bem”, diz Kate ao garoto, cheia de lágrimas nos olhos.

- De volta à ilha, Kate dirige até a cerca sônica. Salta da Kombi e vai ver Ben, que sangra e diz pra que peça desculpas ao pai dele por ter roubado as chaves. Logo, chega outra Kombi - a de Sawyer. Quando ele salta, ela diz que sabe que ele precisa impedi-la, mas que ela não conseguiu ficar parada e ver o garoto morrer. “Droga, Sardenta, não estou aqui pra te parar. Estou aqui pra te ajudar”, ele afirma.

- Novamente no mundo exterior, vemos Kate e Aaron à porta de uma casa. Uma menina abre, e chama a sardenta de “tia Kate”. A resposta: “Oi, Clementine! Sua mãe está?”.

Já com Cassidy, Kate explica que Jack quer voltar à ilha, e a ex de Sawyer fica espantada com isso. A ex-fugitiva conta então sobre como perdeu Aaron no supermercado. “Por mais assustada que eu estivesse, não fiquei espantada. Pensei: já estava na hora. Por que eu esperava que ele fosse levado?”, comenta. “Porque você o levou”, respondeu Cassidy. Kate tenta se justificar, dizendo que Claire abandonou Aaron, e que ele precisava dela. “Você precisava dele. Sawyer partiu seu coração”, retruca Cassidy. Kate cala.

- Na ilha, Sawyer desarma a cerca, e afirma que vai com Kate levar Ben para os Outros. “Por que você está fazendo isso?”, ela pergunta. Ele explica que Juliet disse que não deixaria o menino morrer, e que está fazendo aquilo por ela. Ele pega o garoto no colo, e eles seguem.

- Enquanto isso, Juliet vai à casa em que Hurley, Miles e Jack estão, perguntando pelo médico, e pedindo para falar com ele a sós. Ao sair do banho, o médico dá de cara com ela, que quer saber por que ele não foi ajudá-la com o garoto. “Aquele é Ben”, diz ele. “Ainda não”, ela rebate, dizendo que Sawyer e Kate foram levar o menino até os Outros.

Os dois discutem mais. Afirmando que Jack voltou por ele mesmo, ela pergunta o motivo. “Voltei porque era para voltar. Não sei ainda o motivo”, afirma o médico. “Então, é melhor descobrir”, diz ela, saindo com lágrimas nos olhos.

- Na floresta, Kate conta a Sawyer que cuidou da filha dele. “Como ela é?”, pergunta o golpista. “Clementine? Ela é linda. Parece com você quando sorri. E está crescendo rápido”, diz Kate, comentando a justificativa apontada por Cassidy para que ele tivesse pulado do helicóptero, mas não chega a contar tudo. Sawyer se esquiva, dizendo que estava tão pronto para ser namorado dela quanto para ser pai da menina. “Me parece que deu certo com Juliet”, opina ela.

Logo, os dois são rendidos por um grupo de Hostis. Apontando Ben e explicando que ele tomou um tiro, ele ordena que eles os levem a Richard Alpert.

- Fora da ilha, Kate, hesitante, bate no que parece ser a porta de um hotel. Quem abre é Carole Littleton, mãe de Claire. Kate se apresenta, e a mulher diz, com a fisionomia fechada: “Eu sei quem você é”.

Carole conta que Jack esteve lá, e falou de Aaron; e que, quando ela perguntou quem era, o médico saiu apressadamente. “Ele é seu neto; e sua filha, Claire, está viva”, dispara Kate, contando a verdade sobre o que aconteceu, e que só ficou com a criança porque Claire sumiu, a deixando para trás. “Por que você não me procurou?”, pergunta Carole. “Porque eu precisava dele. Me desculpe”, admite Kate, comentando que alugou um quarto noutro andar, em que o garoto está dormindo. “Eu sei que é muita coisa junta pra você lidar; mas quando estiver pronta, ele está te esperando”, diz a sardenta.

Kate acrescenta que falou ao menino sobre Carole, que ela é avó dele, que ficaria com ele enquanto ela estivesse fora e que ela voltaria logo. “Aonde você vai?”, quer saber Carole. “Vou voltar, para achar sua filha”, responde a ex-fugitiva, emocionada.

- Diante de Aaron, que dorme, Kate chora demais. Ela beija a testa dele e se despede.

- Levados pelos Hostis, Kate e Sawyer seguem, com Ben no colo do loiro. Logo, surge Richard Alpert, perguntando se o garoto é Benjamin Linus. “Vocês se conhecem?”, espanta-se Sawyer. Kate conta que ele tomou um tiro, e que eles estão ali para que Richard salve o garoto.

“Se eu o levar, ele jamais será o mesmo novamente”, diz o Hostil. “O que você quer dizer com isso?”, quer saber Kate. “O que quero dizer é que ele esquecerá o que aconteceu, e a inocência dele acabará. Ele sempre será um de nós”, conta o Outro, perguntando: “Ainda quer que eu o leve?”.Kate e Sawyer concordam.

O Outro que achou o trio na mata chega para Alpert e fala baixo para ele: “Richard, você não deveria fazer isso sem perguntar a Ellie. Se Charlie descobrir…”; e vem a interrupção de Alpert, que diz: “Eu não respondo a nenhum deles”, afastando-se com o garoto no colo. Kate ainda tenta saber pra onde o hostil está levando Ben, mas Sawyer a chama para partir.

Enquanto isso, Alpert leva o menino até a construção em que vimos o monstro de fumaça se esconder após arrancar o braço de Montand, integrante da equipe de Danielle Rousseau. Com Ben no colo, ele entra no local.

- Corta para Ben adulto, descansando na enfermaria improvisada pelos sobreviventes do voo 316 nas instalações da Hydra. Ele acorda e vê que, vigiando seu sono, está Locke. “Olá, Ben. Bem-vindo de volta ao mundo dos vivos”, diz o careca. O ex-líder dos Outros o olha, espantado. Locke sorri, sarcástico.

***

Daqui a pouco: as imagens intrigantes do episódio! E os comentários saem nesta quinta…!

Fonte: Lost In Lost - Por Carlos Alexandre Monteiro